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Galeria Raquel Arnaud

Venue  |  Exhibitions
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© Courtesy of Galeria Raquel Arnaud
Galeria Raquel Arnaud
Rua Fidalga, 125
05432-070 São Paulo
BR
Venue Type: Gallery


QUICK FACTS
Open hours
Mon-Fri 10-7; Sat 12-4
Phone
55 11 3083-6322
Gallery type
Contemporary
DESCRIPTION

The consistency and importance of an artist is a result of the refinement of his phases and research. For an artist, as well as for an art gallery, it is crucial to maintain an uncompromising line of work. The history of Raquel Arnaud’s Art Gallery is characterized by incisive visual choices and by the endeavor of putting into perspective the trends that it represents.

Forerunner of the artistic market of state of São Paulo, Raquel Arnaud’s Art Gallery played a fundamental role in the development and consolidation of the Brazilian contemporary art. The gallery was founded in 1973, firstly under the name “Gabinete de Arte” and since then has changed through outstanding locations (such as Nove de Julho and Brigadeiro Luís Antônio Avenues) at impressive venues signed by architects such as Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake and Felippe Crescenti. From 1992 to 2011, the gallery was located at a venue owned by the “Subdistrito Comercial de Arte”, at Artur de Azevedo Street.

Focusing on the geometrical abstraction segment and concentrating on the investigation of contemporary art (constructivist art and kinetics, art installations, sculptures, paintings, drawings and objects), Raquel Arnaud’s Gallery consolidated its status in Brazil and overseas for its coherency and unique contribution to the valorization and consolidation of the Brazilian art. Artists such as Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Waltercio Caldas, Iole de Freitas, Arthur Luiz Piza among others have had a fundamental contribution for the gallery to achieve this status.

Currently located at 125 Fidalga Street, in São Paulo, Raquel Arnaud’s Gallery represents nationally and worldwide recognized artists such as Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Diez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Cássio Michalany, Maria-Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio and Tuneu. Young artists such as Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Daniel Feingold, Célia Euvaldo, Sílvia Mecozzi, Marco Giannotti, Alberto Martins, Carla Chaim and Carlos Nunes attest to the consolidation of their new contemporary artistic languages.


 

A consistência e a importância de um artista vêm do aprimoramento de suas fases e pesquisas. Para um artista, assim como para uma galeria, é imprescindível manter uma linha de trabalho sem concessões. A trajetória da Galeria Raquel Arnaud é assinalada por escolhas visuais contundentes e pelo esforço no sentido de colocar em perspectiva as tendências que representa. 
Precursora no mercado de arte paulista e fundamental para o desenvolvimento e consolidação da arte contemporânea brasileira, a Galeria Raquel Arnaud foi criada em 1973, com o nome de Gabinete de Arte. Com espaços marcantes assinados por arquitetos como Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake e Felippe Crescenti, o Gabinete passou por diferentes endereços como as avenidas Nove de Julho e Brigadeiro Luís Antônio, além do espaço que havia pertencido ao Subdistrito Comercial de Arte, na rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, no qual permaneceu de 1992 a 2011

O foco no segmento da abstração geométrica e a atenção especial dada às investigações da arte contemporânea – arte construtiva e cinética, instalações, esculturas, pinturas, desenhos e objetos – consolidaram a Galeria Raquel Arnaud no Brasil e no exterior, tanto por sua coerência como pela contribuição singular para valorização e consolidação da arte brasileira. Para isso, contribuíram de forma fundamental artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Waltercio Caldas, Iole de Freitas e Arthur Luiz Piza, entre outros.

Atualmente com sede na rua Fidalga, 125, em Vila Madalena, a Galeria Raquel Arnaud representa artistas reconhecidos nacional e internacionalmente – Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Cassio Michalany, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio e Tuneu. Os mais jovens atestam a consolidação de novas linguagens contemporâneas – Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Daniel Feingold, Célia Euvaldo, Silvia Mecozzi, Marco Giannotti, Alberto Martins, Carla Chaim e Carlos Nunes.

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