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São Paulo

Mendes Wood DM | Jardins

Exhibition Detail
S Título C Amor From Me To U
Rua da Consolação 3358
01416-000 São Paulo
Brazil


April 5th - May 24th
 
Installation view , Adriano CostaAdriano Costa, Installation view
© Courtesy of the artist & Mendes Wood DM
 Three Heads - One is mine  , Adriano CostaAdriano Costa, Three Heads - One is mine ,
2014, metal rim, rubber and salt, variable dimensions
© Courtesy of the artist & Mendes Wood DM
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> QUICK FACTS
WEBSITE:  
http://www.mendeswood.com
NEIGHBORHOOD:  
Cidade
EMAIL:  
info@mendeswood.com
PHONE:  
+55 11 3081 1735
OPEN HOURS:  
Mon-Fri 10-7
> DESCRIPTION

Adriano Costa is multiple. There are many Adrianos Costas inside Adriano Costa. I mean how the work of Adriano appears in the world. I feel like saying it is anarchic, but that would be imprecise. The anarchy lies on appearance. This is the wrong impression I get from Adriano’s work. The piece is framed by architecture. There is a clear and pragmatic limit. Adriano is external to it. This is the constructivist Adriano. Oh! Sweet constructivists, we love you. Fingers up!

Adriano is external to himself, since the form of the flannel suggests the place where it(he) is: architecture, the gallery, the expert and curious visitors, and, of course, being there only as the draft of a branch on the wall. The form of the flannel itself suggests the color. It is orange! The internal Adriano, in this intimate conversation with his objects, like a relationship discussion, forms the plastic and the humor. Like a punk band that rebels against everything but is actually only having fun, the pieces of Adrianos Costas are filled with irony and pleasure. The platonic and the physical love are exposed in the title of the exhibition: s título c amor from me to u.

Contrary to specific media, the pieces of Adriano can appear in several forms and configurations, and they can specially be materialized from anything that exists. Adriano’s apparently anarchic freedom sucks the objects and the aesthetic footprints that Adrianos find out there. Instead of being pre-conceived, the work is defined in the present. It is the catch of the happy game with the facts that are presented. As if Adriano asked, OK, I can do it, but what are the limitations? As the movie maker Claudio Assis would say – take it and receive it. The erotic of Adriano’s work is in this friendly exchange.

That is the reason for the lines on the wall. They are fingers drawing small children’s paintings of love. With heart, temple, floors and many fingers on the wall. No more comments. 

 

Ricardo Sardenberg

Adriano Costa was born in 1975 in Sao Paulo, city where lives and works. He has participated in numerous exhibitions, including "Imagine Brazil", Astrup Fearnley Museet, Oslo, Norway (2013/2014); "Correspondências", Instituto Tomie Ohtake, Sao Paulo (2013); "Convite à Viagem", Rumos Artes Visuais, Itaú Cultural, Sao Paulo (2012/2013); "April", Sadie Coles HQ, London (2013); "Time Space Poker Face", Be-Part, Waregen (2013) and "Mythologies", Cité Internationale des Arts, Paris (2011). He had solo shows as "Mar Morto Provisório", Galerie Krinzinger, Wien; "Crisis doesn't matter if you love me", Nuno Centeno, Porto; "Plantation", Mendes Wood DM, Sao Paulo and Programa Anual de Exposições, Centro Cultural São Paulo, Sao Paulo.


3 na Mendes Wood DM

Adriano Costa é múltiplo. Tem um tanto de Adrianos Costas dentro do Adriano Costa. Tô falando de como a obra do Adriano se dá no mundo. Dá até vontade de dizer anárquica, mas isso seria impreciso. A anarquia aqui está na aparência. Essa é a impressão errônea que tenho do trabalho do Adriano. O trabalho é emoldurado pela arquitetura. Tem limite claro e pragmático. Adriano é externo a ele. Esse é o Adriano construtivista. Ah! Doces construtivistas, nós te amamos. Fingers up!

O Adriano é externo a ele, já que a forma da flanela sugere o lugar onde ela(e) está: a arquitetura, a galeria, os visitantes especializados e os visitantes curiosos, e claro, estar ali só como desenho de um galho na parede. A própria forma da flanela sugere a cor. Ela é laranja! O Adriano interno, nessa conversa ao pé da orelha com seus objetos, tipo um DR do bem, forma a plástica e o humor. Como banda punk que se rebela contra tudo mas está só se divertindo, as obras dos Adrianos Costas são impregnadas de ironia e prazer. O amor platônico e físico estão no título da exposição: s título c amor from me to u.

Avesso a mídias específicas, os trabalhos do Adriano podem aparecer nas mais diversas formas e configurações e, principalmente, materializarem-se a partir de qualquer coisa existente. A liberdade aparentemente anárquica do Adriano, passa por chupar os objetos e as pegadas estéticas que os Adrianos encontram por aí. Ao invés de pré concebida, a obra se realiza no presente. É a pegada do jogo alegre com os fatos que estão colocados. Como se o Adriano perguntasse, OK, topo fazer, mas quais são as limitações? Como diria o cineasta Claudio Assis – tome e receba. É nessa troca amistosa que está o erótico na obra do Adriano.

Por isso as linhas na parede. São dedos a desenhar pequenos quadros infantis de amor. com coração, templo, chãos, e tanto de dedada na parede. nada mais a comentar. 

 

Ricardo Sardenberg


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