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São Paulo

Galeria Millan

Exhibition Detail
... em algum ponto da Terra .
Rua Fradique Coutinho, 1360
05416-001 São Paulo
Brazil


March 21st - April 17th
Opening: 
March 20th 8:00 PM - 11:00 PM
 
, Artur BarrioArtur Barrio
© Courtesy of the Artist and Galeria Millan
> QUICK FACTS
WEBSITE:  
http://www.galeriamillan.com.br
NEIGHBORHOOD:  
Cidade
PHONE:  
55 11 3031-6007
OPEN HOURS:  
Tue-Fri 10-7; Sat 11-6
> DESCRIPTION

In his new solo exhibition at Galeria Millan, ... em algum ponto da Terra ., Artur Barrio appropriates the exhibition space, transforming it into his own studio. Only days before the opening, the artist creates a unique situation or experience, which can be seen by the public from March 20 until April 17.

Artur Barrio’s work challenges the traditional artistic vocabulary, in that the word "exhibition" (and its historically sedimented meaning) does not seem to suit what the artist proposes in the way he displays his art works in galleries and institutional spaces. More than extending, reducing or distorting the current meaning of concepts such as exhibition space, art work and exhibition, Barrio employs another logic, questioning what is the essence of these ideas and deliberately frustrating the expectations that guide us, as the audience, as we come across them.

By recognizing the modus operandi not only of the art system, but of systems in general (including the world system), and by not identifying with them, Barrio does not resign himself to create a work that, in opposing such systems, continues to recognize (negatively) the same essential issues. More than that, his radical poetics shows that the act of cluttering, the breakdown of boundaries, the idea of the ephemeral and the reversibility of situations are "exercises of freedom" with strong emancipatory power.


 

Em sua nova individual na Galeria Millan, ... em algum ponto da Terra ., Artur Barrio apropria-se do espaço expositivo, como que transformando-o em ateliê onde cria, poucos dias antes da abertura, uma situação ou experiência inédita, que poderá ser visitada entre 20 de março e 17 de abril.

A produção de Artur Barrio desafia o vocabulário artístico tradicional, de forma que a palavra “exposição” (e seu significado historicamente sedimentado) mal parece se adequar ao que o artista propõe com as ações que realiza em galerias e espaços institucionais. Mais que estender, reduzir ou distorcer a significação corrente de conceitos como espaço expositivo, obra de arte e exposição, Barrio opera a partir de outra lógica, questionando aquilo que está na essência de tais ideias e frustrando deliberadamente as expectativas que nos guiam, enquanto público de arte, ao entrarmos em contato com elas.

Ao reconhecer o modus operandi não só do sistema de arte, mas de sistemas em geral (incluindo o grande sistema do mundo), e não se identificar com eles, Barrio não se resignou a criar um trabalho que, ao se opor a tais ordenamentos, continuasse reconhecendo (negativamente) as mesmas questões essenciais; mais que isso, sua poética radical mostra que a desordenação, a quebra de fronteiras, o efêmero e a reversibilidade das situações são “exercícios de liberdade” de forte poder emancipatório. 


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