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Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Exhibition Detail
OBRAS DA COLEÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA
Rua Abílio Beça, 105
5300-011 Bragança
Portugal


April 13th, 2013 - June 23rd, 2013
 
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© Courtesy of the Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
> ARTISTS
> QUICK FACTS
WEBSITE:  
http://centroartegracamorais.cm-braganca...
COUNTRY:  
Portugal
EMAIL:  
centro.arte@cm-braganca.pt
PHONE:  
+351 273 302 410
OPEN HOURS:  
Tuesday to Sunday from 10h00 am to 12h30 and from 2h00pm to 6h30 pm
TAGS:  
photography, video-art, sculpture
> DESCRIPTION

Balizada entre os anos 60 e a atualidade e constituída por cerca de duas centenas de obras, a Coleção de Arte Contemporânea da Portugal Telecom é representativa não só de uma polifonia autoral, mas também dos vários movimentos artísticos, escolas e poéticas que foram marcando e reconfigurando a arte contemporânea portuguesa dos últimos anos.

A par da presença de autores consagrados, ligados aos movimentos artísticos das décadas de 1960 e 1970, cujo trabalho se cruzou, em alguns casos, com as estéticas então dominantes na cena artística internacional, é expressiva a relação de obras associadas ao fluxo criativo dos artistas da geração mais recente, representativa dos mais emergentes e promissores territórios autorais, alguns ainda em construção.

O núcleo de obras que agora se apresenta deriva de uma criteriosa seleção, não só reveladora da pluralidade de trajetórias e opções plásticas dos artistas nela representados, mas também da diversidade de modos de operar, articulando-se criações de domínios tão distintos como os da pintura e da escultura, do desenho e da fotografia, do vídeo e da instalação. 

Sem parâmetros cronológicos rígidos, pois, mais do que os vários movimentos, pretende-se o enfoque na individualidade de cada uma das obras, ainda que, nesta momentânea coexistência, algumas possam aparecer agrupadas a partir de movimentos estéticos com os quais surgem comummente conotados ou pelas soluções estéticas que preconizam.
Para além da componente visual, sobressai a derivação de obras de artistas que, deixando de estar presos à opticalidade, convocam, a partir de outros campos de possibilidades e de sentidos, uma forte carga sinestésica, reivindicada na explícita contaminação que as obras realizam entre si no espaço arquitetónico. Exemplo disso são as resultantes de uma vertente mais experiencial e experimental, reconfiguradas por vezes a partir do cruzamento de géneros ou resultantes do recurso a dispositivos como o som, a palavra escrita ou falada, o movimento, a luz ou até mesmo aos mais inusitados materiais ou pouco usuais na tradição artística.


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