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I often find beauty in overlooked areas. \; Everybody notices the big flower\, but beauty is often not obvious. \; I don&rsquo\;t look for beauty &ndash\; it finds me and because it is my d iscovery\, it becomes part of myself.1 \; \; &ndash \; Taiga Chiba
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Art B eatus (Vancouver) Consultancy Ltd is pleased to present The Li fe in Bhubaneswar\, an exhibition of new works by local artist\, Taiga Chiba. \; The colourful mixed media works in this exh ibition were influenced by the artist&rsquo\;s travels in 2013 to 2014 to B hubaneswar\, the capital city of the east coast state of Odisha in India.&n bsp\; One series of assembled textile works are made of fabric collage\, co tton and net cloth while another series of works consists of ballpoint pen drawing on tracing paper\, pencil drawing on colour paper collage on photog raphic paper.

Throughout his artistic career\, Chiba has been known for his idiosyncratic quirky sense of curiosity and wonderment while his work seems to be about the synthesis &ndash\; whether or not the morphology of the creatures or objects illustrated in his works are real or imagined &ndash\; rather than the deconstruction of his subject matter and its world. \; While immersed in the everyday culture of Bhu baneswar\, the works in this exhibition characteristically portrays Chiba&rsquo\;s sense of wonder for the quotidian in this Indian c ity &ndash\; he notices the extraordinary in the ordinary. \; The artis t has playfully arranged and juxtaposed disparate objects\, such as a drawi ng of his breakfast in India superimposed onto a caudal view of a cow in 07:39\, Butter Sadha\, and have used equally playful colours in an a rray of fabrics and papers to form a world distinctly that of Taiga Chiba.

Born in 1950 in Shizuoka\, Japan\, Ta iga Chiba studied in Tokyo at Musashino Art University before immi grating to Canada in 1981 where he completed a Master of Fine Arts from Con cordia University in Montreal. \; Currently based in Vancouver\, Chiba has travelled extensively for research and artist residencies and his work can be found in various collections locally and internationally.

1 Grasdal\, Paula. &rdquo\;The Art of Taiga Chi ba.&rdquo\; Pacific Rim. 2008: 56-57. Print.

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Trajetó\;rias em Process o é\; uma proposta realizada desde 2008 pela galeria Anita Schwartz. Ela reú\;ne artistas cuja produç\;ã\;o encontra-se em um momento decisivo\, marcado pela consolidaç\;ã\;o da maturidade poé\;tica. Outro aspecto presente em todas as ediç\;õ\;es é\; a atenç\;ã\;o à\; pluralidade de linguagens\, privilegiando um olhar aberto sobre a arte contemporâ\;nea\, afortunad amente irredutí\;vel a simplificaç\;õ\;es. Isso leva-nos\ , inclusive\, a refletir o quanto\, nesse contexto\, uma certa dinâ\;m ica de heterogeneidade e hibridismo permite\, inclusive\, que prá\;ti cas mais atreladas a uma "historicidade" da arte (como\, por exemplo\, a pi ntura e a escultura)\, para alé\;m da assimilaç\;ã\;o de questõ\;es vindas de outros meios\, se vejam dispostas a rearticular seus pró\;prios termos. Se aqui recorremos brevemente a esses exemplo s\, que poderiam ser estendidos a vá\;rias outras situaç\;&otil de\;es\, é\; justamente por conta deles enfatizarem o outro sentido d e processo a nos interessar\; se inicialmente ele aponta para a investida p essoal de cada artista sobre suas questõ\;es especí\;ficas\, a palavra encaixa-se igualmente em um entendimento da arte contemporâ\;n ea como uma problematizaç\;ã\;o contí\;nua de seus limite s - ou melhor da aparente ausê\;ncia deles - e\, concomitantemente\, d a compreensã\;o de que um campo - a "arte" - parece nã\;o mais se conter ou resolver-se mediante a \; determinaç\;ã\;o de uma definiç\;ã\;o (pouco importa se ú\;nica e totalizante ou aberta e dispersa\, pois ambas parecem ainda se mostrarem refé\;n s da ideia da arte entendida como linguagem). \;

Os artista s convidados a participarem da ediç\;ã\;o de 2015\, cada um por um vié\;s pró\;prio\, apontam-nos para um feixe - dos in&uacut e\;meros possí\;veis - a atravessar a condiç\;ã\;o atual da arte. \; Com isso pode-se explorar desde o paradoxo de uma tradi&cce dil\;ã\;o do Readymade (passando\, ademais por outro paradoxo - o del e ver-se exposto a uma irô\;nica pará\;frase de artesania)\, &ag rave\; obsedante inquietaç\;ã\;o provocada pelo poder conferido à\;s imagens ou\, igualmente desafiador\, a possibilidade de a arte - independente ou decididamente crí\;tica ao seu sistema assentado - tensionar sua ló\;gica produtiva (que pode abarcar o debate em torno de sua institucionalizaç\;ã\;o ou uma estrutura de trabalho a e xtrapolar a convencional rotina do ateliê\;). Outras questõ\;es- chave\, como a investigaç\;ã\;o do cará\;ter metalingu&ia cute\;stico ainda recorrente a significativa parcela da arte hoje e a indag aç\;ã\;o sobrea construç\;ã\;o de identidades e sua s consequê\;ncias polí\;ticas\, culturais e sociais nã\;o poderiam ser desconsideradas. No mesmo tom\, sempre afigurou-se-nos relevan te prosseguir atentos també\;m à\;quelas possibilidades de ling uagem acima mencionadas\, cô\;nscios de suas novas configuraç\;& otilde\;es. Assim\, se jamais pretendemos um panorama exaustivo dos desafio s vividos pela arte agora\, enfatizamos a exposiç\;ã\;o como a proposiç\;ã\;o de alguns eixos por nó\;s tidos como dos m ais relevantes. \; \;

Guilherme Bueno

DTEND:20150822 DTSTAMP:20150804T200123 DTSTART:20150715 GEO:-22.9735446;-43.2278414 LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\,R. José Roberto Macedo Soares\, 30 - Gávea \nRio de Janeiro\, 22470-100 SEQUENCE:0 SUMMARY:Trajetórias em Processo 3\, ANTON STEENBOCK\, andrei loginov\, Dani el Albuquerque\, Daniela Mattos\, Fyodor Pavlov-Andreevich\, Guilherme Dabl e\, Lucas Sargentelli\, Marina Weffort\, Romy Pocztaruck\, Thomas Jefferson UID:391858 END:VEVENT BEGIN:VEVENT DESCRIPTION:

A exposiç\;ã\;o Re de de Memó\;rias\, apresentada na Galeria Amparo 60\, traz para o Rec ife um apanhado da obra do artista Luiz Hermano\, cearense radicado em S&at ilde\;o Paulo há\; mais de 40 anos.

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Nã\;o seria mais o caso começ\;ar uma apresentaç\;&a tilde\;o como esta\, pois o artista já\; tem\, depois de tanto tempo vivendo em Sã\;o Paulo\, internalizado o ser paulistano acelerado no seu processo criativo. Hermano cria compulsivamente. Todos os dias tem na s ua rotina desenhar e tecer suas esculturas.

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Mas dou esta referê\;ncia de sua origem porque nã\;o &eac ute\; possí\;vel dissociar suas esculturas\, desenhos e instala&ccedi l\;õ\;es das suas raí\;zes e memó\;rias cearenses mistura das hoje com a vida em uma cidade da enormidade de Sã\;o Paulo.

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Para Luiz Hermano\, o fazer artí\;st ico está\; incorporado no ser que transpira sua pró\;pria obra.

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Generoso\, pesquisa seu material pre ocupado em fazer &ldquo\;uma arte bonita e poé\;tica para mostrar uma beleza simples&rdquo\; encontrada no seu cotidiano. De quando ainda crian& ccedil\;a\, recorda-se de suas experiê\;ncias da vida interiorana do C eará\;. De ter crescido embalado em uma rede\, de ver a vida passar n o mesmo abrigo dessa mesma rede. De ficar horas escutando o silê\;ncio da casa materna. Silê\;ncio só\; quebrado por uma televis&atild e\;o ruidosa na sala. Pelos sons vindos da cozinha. Pelos piados das galinh as no quintal.

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Esta cosmologia se jun ta a da cidade grande na mirí\;ade de cores dos neons\, no colorido d as propagandas das TVs de plasma que se espalham pelas ruas\, no pontilhado noturno que se forma com as luzes que vazam pelas janelas e iluminam as no ites de Sã\;o Paulo\, desenhando os seus pré\;dios.

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O artista transmite à\; feitura dos seus t rabalhos a sua experiê\;ncia cearense e paulistana com aquela que busc a nas suas viagens ao redor do mundo\, conhecendo novas civilizaç\;&o tilde\;es e o dia a dia desses lugares.

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Dedica-se a apanhar representaç\;õ\;es mí\;nimas dessa s culturas\, das relaç\;õ\;es sociais\, nas cores\, nas formas\ , etc. que\, atravé\;s do seu olhar atento\, sã\;o traduzidas p ara a sua obra numa linguagem esté\;tica muito particular\, formando uma rede de referê\;ncias esté\;ticas e culturais.

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Borda com arame\, fio de cobre\, usa pedras colori das\, capacitores resistores\, utensí\;lios de cozinha\, brinquedos e uma infinidade de coisas que pesquisa e adquire nos comé\;rcios e fe iras do mundo afora. Cria suas redes com estes materiais diversos que vemos em sua obra. Sã\;o rizomas visuais que exigem mais do que &ldquo\;ve r&rdquo\; de quem observa\, mas entender o processo minimalista ao qual se dedica\, representado nas suas obras por materiais com os quais se depara n a sua pesquisa\, retirando-os do seu contexto de mercadorias.

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A cosmologia do que o cerca\, trazida da infâ \;ncia e da vida adulta\, é\; o que transborda em suas esculturas e i nstalaç\;õ\;es vistas na Galeria Amaparo 60\, que fazem parte d esse mundo encantado e sensorial em que ele habita.

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A sua maté\;ria artí\;stica mais preciosa &eacut e\; a memó\;ria que\, por suas mã\;os\, transforma-se em uma es pé\;cie de &ldquo\;poeira có\;smica&rdquo\; que se espalha pelo espaç\;o da exposiç\;ã\;o em formas disformes\, em &ldqu o\;bordados&rdquo\; que brilham\, em desenhos de redes ligadas pelos sonhos .

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Sua obra é\; espaç\;o d o encantamento\, de alumbramento. Sã\;o essas as questõ\;es que estã\;o em sua poé\;tica. Como em todas as suas exposiç\ ;õ\;es\, as suas esculturas e desenhos pedem uma exploraç\;&ati lde\;o sensorial visual e tá\;til de quem os observa.

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Nã\;o há\; elementos preciosos\, pobres ou desinteressantes. Tudo pode se tornar parte de suas insó\;litas\, engraç\;adas e estranhas engenhocas.

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Sonhar é\; a faculdade que está\; na base de toda a sua o bra. Uma peç\;a dá\; caminho para outra ou forma uma famí \;lia de trabalhos\, que també\;m pode desencadear em outra sé\ ;rie de esculturas. Luiz Hermano transita de um material a outro fazendo\, tecendo\, amarrando\, amassando\, ajuntando.

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É\; o fazer artí\;stico que nasce antes nas suas pr&oac ute\;prias mã\;os.

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Ricardo Rese nde
Curador

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