ArtSlant - Recently added http://www.artslant.com/ew/Events/show en-us 40 Nicolai Howalt - Galerie Asbæk - January 9th, 2015 - February 14th, 2015 Thu, 27 Nov 2014 18:30:12 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Paul McDevitt, Cornelius Quabeck - Galerie Asbæk - December 5th - January 3rd, 2015 Thu, 27 Nov 2014 18:29:40 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Jesper Carlsen - Galerie Asbæk - October 31st - November 29th <p style="text-align: justify;">In the show Animation Syntax Jesper Carlsen works &ndash; through animation &ndash; with our understanding of objects. Human perception of the spatial is on the agenda in Carlsen&rsquo;s works. We experience our own reality chronologically, and Carlsen works through animation to clarify time as a crucial factor in our way of understanding. Meaning is created for us in the form of sequences, and smaller sequences can be created precisely by means of animation. Carlsen thus tries in his works to dissect the sequences anatomically. How are they built up? How are they broken down? These are some of the questions that Carlsen works with.<br /> <br /> For example, time is collapsed in Carlsen&rsquo;s paintings &ndash; an animated motion is seen all at once, inasmuch as several angles of a given object are presented. The simple geometric form is turned three-&shy;‐dimen-&shy;‐ sionally, after which it is projected down on to the two dimensions of the painting, so that the actual point of departure &ndash; the geometric form &ndash; is dissolved.<br /> <br /> In a light-&shy;‐sculpture the figurative element is removed such that time remains through the timing of some light bulbs that create an illusion of pure motion; a motion that evokes associations with a bouncing ball. Carlsen thus demonstrates the mental programming that makes us perceive things in a temporal framework. Although the light bulbs only light up in turn, we see motion: the bouncing ball as the archetype of an animation is a figure that recurs in several of the works in the show.<br /> <br /> For the show Carlsen has also animated his own hand. Through the animation, the mechanics of the fingers and the mobility of the hand are explored in relation to the pleasure of turning and twisting everything. This creates a disengaged, virtual sensory experience &ndash; only the motion of touching is left, yet it can be difficult not to reflect that motion mentally.<br /> <br /> In the animated chimpanzee, imperceptibly many small sub-&shy;‐elements are joined together to create life. The chimpanzee is computer-&shy;‐created &ndash; that is, coloured and animated triangles give the illusion of a physical object. For Carlsen it is the same elementary building-&shy;‐blocks &ndash; time and geometry &ndash; that are simply carried forward to a different logical conclusion.<br /> <br /> Jesper Carlsen (b. 1977) graduated in 2006 from the Funen Academy of Art in Odense. Since then he has exhibited in several places in Denmark and abroad. Carlsen&rsquo;s focus is on animation and video, and in his artistic practice he concentrates on human perception and the semiotic systems by which we navigate.<br /> <br /> <br /> Welcome to the opening, Friday 31 October 17:00 - 19:00</p> Thu, 27 Nov 2014 18:28:50 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Rodrigo Matheus - Galeria Silvia Cintra + Box 4 - October 30th - December 6th <p style="text-align: justify;">Em sua terceira individual na galeria Silvia Cintra + Box 4, no Rio de Janeiro, Rodrigo Matheus apresenta uma s&eacute;rie in&eacute;dita de esculturas, instala&ccedil;&otilde;es e colagens produzidas durante temporada na cidade ap&oacute;s per&iacute;odo de quase quatro anos no exterior. Os trabalhos s&atilde;o constru&iacute;dos a partir de postais enviados do Rio de Janeiro para a Europa ao longo do s&eacute;culo XX. S&atilde;o cart&otilde;es encontrados pelo artista em feiras de segunda m&atilde;o europeias, trazidos de volta ao destino de origem e, aqui, combinados a postais enviados da Europa e encontrados na capital carioca em pleno s&eacute;culo XXI.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;">A micronarrativa &eacute; pano de fundo de esculturas e instala&ccedil;&otilde;es que repetem no interior da galeria aquilo que se observa como recorrente na cidade: a rela&ccedil;&atilde;o entre a vegeta&ccedil;&atilde;o e a arquitetura. O vocabul&aacute;rio modernista das constru&ccedil;&otilde;es dos anos de ouro e as grades de ferro anexadas a seus pr&eacute;dios posteriormente. O com&eacute;rcio vigoroso da regi&atilde;o do Saara que corresponde &agrave; agenda da cidade &mdash; Carnaval, Natal, Ano Novo. O macaco que sobrevive entre aquilo que foi civilizado e o que nunca ser&aacute;. O jogo de permiss&atilde;o e interdi&ccedil;&atilde;o mediado pela praia.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;">O conjunto de obras que a exposi&ccedil;&atilde;o abriga se vale do pr&oacute;prio repert&oacute;rio visual da cidade para o desenvolvimento de esculturas que se apropriam tanto daquilo que &eacute; planejado quanto aquilo que &eacute; espont&acirc;neo e improvisado na malha urbana. &ldquo;Os materiais utilizados nestes trabalhos saem deste contexto. Grades de metal de padr&otilde;es variados, plantas artificiais, areia e telas de prote&ccedil;&atilde;o para reforma de pr&eacute;dios, vitrines do Saara e materiais de constru&ccedil;&atilde;o questionam a imagem glamourizada dos cart&otilde;es postais face aos problemas reais que a cidade enfrenta&rdquo;, comenta o artista.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;">Ainda nas palavras de Rodrigo Matheus, <em>&ldquo;Do Rio e para &eacute; to Rio and from&rdquo; </em>discute a ambiguidade do processo de moderniza&ccedil;&atilde;o brasileiro a partir do imagin&aacute;rio que o Rio de Janeiro projeta. &ldquo;Porta de entrada do pa&iacute;s e monumento natural, antiga capital do Imp&eacute;rio Portugu&ecirc;s, antiga capital do Brasil, destino tur&iacute;stico e hoje alvo de um <em>retrofit </em>urban&iacute;stico que busca fundar no seu centro hist&oacute;rico uma ilha globalizada cercada de uma paisagem tropical avessa a domestica&ccedil;&otilde;es&rdquo;.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;"><strong>Sobre o artista </strong></p> <p class="Default" style="text-align: justify;">Rodrigo Matheus nasceu em 1974, em S&atilde;o Paulo, e vive e trabalha entre Londres e sua cidade natal. Graduou-se em Multim&iacute;dia e Interm&iacute;dia na Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes da USP (ECA-USP) e &eacute; mestre em escultura pelo Royal College of Art, na capital inglesa. Seus trabalhos articulam diversas m&iacute;dias &mdash; v&iacute;deos, instala&ccedil;&otilde;es e esculturas &mdash; em obras que discutem a natureza da representa&ccedil;&atilde;o na arte e sua rela&ccedil;&atilde;o com o design industrial. Apresentam situa&ccedil;&otilde;es que questionam as estruturas de poder por tr&aacute;s de identidades visuais que regram nossa subjetividade em nome do progresso civilizat&oacute;rio.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;">Ao aproximar elementos industriais e naturais em um s&oacute; corpo, o artista lan&ccedil;a com suas obras um olhar cr&iacute;tico sobre as no&ccedil;&otilde;es coletivas de representa&ccedil;&atilde;o da natureza forjadas dentro de um ambiente p&uacute;blico e urbano. Modifica e prop&otilde;e novas combina&ccedil;&otilde;es para o mecanismo da vida cotidiana. Constr&oacute;i a partir de objetos em circula&ccedil;&atilde;o no mundo novas possibilidades de sentido fora daquelas programadas pela sua fun&ccedil;&atilde;o.</p> <p class="Default" style="text-align: justify;">&Eacute; representado por galerias em Londres, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo e Los Angeles e suas obras est&atilde;o presentes em diversas cole&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e particulares, como Instituto Inhotim, MAM - Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo, Pinacoteca do Estado de S&atilde;o Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e instituto Ita&uacute; Cultural.</p> <p style="text-align: justify;">Dentre as exposi&ccedil;&otilde;es individuais, destacam-se <em>Coqueiro Chor&atilde;o</em>, Ibid Projects (Londres, 2014), <em>Colis&atilde;o de Sonhos Reais em Universos Paralelos</em>, Funda&ccedil;&atilde;o Manuel Antonio da Mota (Porto, 2013) e <em>Handle with Care</em>, Galp&atilde;o Fortes Vila&ccedil;a (S&atilde;o Paulo, 2010). J&aacute; entre as coletivas, chamam aten&ccedil;&atilde;o as participa&ccedil;&otilde;es de Rodrigo em <em>Champs Elyse&eacute;s</em>, no Palais de Tokyo (Paris, 2013), <em>Imagine Brazil</em>, Astrup Fearnley Museet (Oslo, 2013) e <em>Itiner&aacute;rios &ndash; Itiner&acirc;ncias</em>, 32&ordf; Panorama do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo (2011), <em>The Spiral and the Square, </em>Bonniers Kontshall, Stockholm, (Su&eacute;cia, 2011).</p> Thu, 27 Nov 2014 18:25:13 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Beth Moysés - Galeria Murilo Castro - November 25th - December 20th Thu, 27 Nov 2014 18:21:31 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Markus Linnenbrink - Galería Max Estrella - November 15th - January 17th, 2015 <p style="text-align: justify;"><em>THEGRASSISALWAYSGREENER</em> is the title of the exhibition of Linnenbrink&acute;s most recent works at Max Estrella Gallery (the second in this space).</p> <p style="text-align: justify;">Colors move us. Very few people are capable of viewing the colors that surround them with indifference. They may stimulate or pacify; they can trigger unpleasant states of mind or pleasant sensations. For Goethe, seeing colors was an experience based on reciprocal energies between nature and the observer. It was a phenomenon that did something to the observer, something linking a man&acute;s innermost being to the world around him via the detour of the seeing eye.</p> <p style="text-align: justify;">In Linnenbrink&acute;s work one thing is encountered above all else: color. Pure luminous and pulsating color. Colors seem to communicate and do something to us. Color is at the heart of Linnenbrink&acute;s artistic work &ndash; along with its full wealth of emotional and psychological impact. It makes no difference whether we are face-to-face with one of his large format images, in which he allows the pigments dissolved in epoxy resin to run slowly down the picture carriers in satiated, glistening vertical stripes; or whether we study those works in which small drilled craters disclose many apparently archeological layers of paint, or find ourselves in one of his site-specific, all-over paintings that cover the walls, floors and ceilings, their iridescent stripes of color subduing entire architectures and permanently altering the viewer&acute;s perception.</p> <p style="text-align: justify;">There is also a performative quality in his works, which becomes clear not only when Linnenbrink pours the resin with its added pigments onto the image carrier, or drills holes in the hardened paint layers of some paintings. It also becomes particularly obvious in the case of his mural works. These are color-spaces that oscillate for the viewer between two- and three-dimensionality.</p> <p style="text-align: justify;">With all this, the artist explores the image of time, using the methods of the plastic arts as a way of recreating the behaviour of this slippery dimension.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Markus Linnenbrink</strong> (Dortmund, Alemania, 1961) lives and works in Brooklyn, New York. He studied painting in Kassel and at the Hochschule der K&uuml;nste in Berlin. His works have been exhibited internationally, from Seoul to New York, San Francisco or Chicago, in addition to many German cities. Worth mentioning are his solo exhibitions at the Hammer Museum Los &Aacute;ngeles, USA; Kustverein G&uuml;tersloh, Germany; the M&auml;rkisches Museum, Witten, Germany; Museum Neue Galerie, Kassel, Germany; among others. As well as his participation in international group shows such as the San Jos&eacute; Museum of Art and the Bedford Gallery of the Lesher Center for the Arts, both in California, USA; Queens Community Houses, New York, USA; the Cleve Carney Art Gallery, Chicago, USA; the Visual Arts Center, Richmond, USA; the IV Biennial of Beijing, China; Kunsthalle Nuernberg or Kunsthaus Rhenania, Cologne, Germany. Today Linnenbrink&acute;s radical color positions can be found in numerous private collections such as Deutsche Bank and Commerzbank, Germany; AXA Insurance, Luxembourg; The Art CollTrust, Bank One, Harvard University, UCLA Hammer Museum ; San Francisco Museum of Moden Art, USA; Herzliya Museum of Art Israel; Colecci&oacute;n Olor Visual, Spain; and many other institutions.</p> <p style="text-align: justify;">His permanent installations include the Philadelphia Academy of fine Art Museum, Philadelphia, USA; the Center Court, The Hague, Netherlands; and the City of Stuttgart, Germany.</p> <p style="text-align: justify;"><a href="http://markuslinnenbrink.com" target="_blank">http://markuslinnenbrink.com/</a></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Markus Linnenbrink</strong></p> <hr /> <p style="text-align: justify;"><em>THEGRASSISALWAYSGREENER</em> es el t&iacute;tulo de la exposici&oacute;n de los &uacute;ltimos trabajos de Markus Linnenbrink en la galer&iacute;a Max Estrella (la segunda en este espacio).</p> <p style="text-align: justify;">Los colores nos conmueven. Muy pocas personas son capaces de ver los colores que nos rodean con indiferencia. Pueden ser estimulantes o relajantes; pueden desencadenar sensaciones inc&oacute;modas o placenteras. Para Goethe, la posibilidad de percibir colores se trataba de una experiencia basada en energ&iacute;as rec&iacute;procas entre la naturaleza y el observador. Era un fen&oacute;meno que pon&iacute;a en contacto nuestro ser m&aacute;s profundo con la naturaleza que nos rodea.</p> <p style="text-align: justify;">En el trabajo de Linnenbrink destaca, por encima de todo, el uso del color: puro, luminoso y palpitante. Los colores parecen comunicarse y provocarnos algo. El color es protagonista en la obra art&iacute;stica de Linnenbrink junto con su rico impacto emocional y psicol&oacute;gico.</p> <p style="text-align: justify;">No importa si estamos frente a una de sus obras de gran formato, en las que permite que los pigmentos disueltos en resina epoxi corran lentamente hacia abajo, provocando brillantes rayas verticales; si estudiamos las piezas en las que peque&ntilde;os cr&aacute;teres perforados revelan, casi de forma arqueol&oacute;gica, las distintas capas de pintura; o si nos encontramos en uno de sus <em>site-spefifics</em>, en los que cubre paredes, suelo y techo, sometiendo toda la arquitectura con sus rayas de colores iridiscentes y alterando la percepci&oacute;n del espectador.</p> <p style="text-align: justify;">Tambi&eacute;n hay una cualidad performativa en sus obras, que se pone de manifiesto no s&oacute;lo cuando Linnenbrink vierte la resina pigmentada en el soporte, o perfora agujeros en las capas de pintura endurecida. Sino que es especialmente significativa en sus instalaciones murales, espacios de color que hacen pasar al espectador de las dos a las tres dimensiones.</p> <p style="text-align: justify;">Con todo esto, el artista explora la imagen del tiempo, usando los m&eacute;todos de las artes pl&aacute;sticas como una forma de recrear el comportamiento de esta resbaladiza dimensi&oacute;n.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Markus Linnenbrink</strong>(Dortmund, Alemania, 1961) vive y trabaja en Brooklyn, Nueva York. Estudi&oacute; pintura en Kassel y en la Hochschule der K&uuml;nste en Berlin. Sus obras se han expuesto internacionalmente, desde Seoul hasta Nueva York, San Francisco o Chicago, adem&aacute;s de en numerosas ciudades alemanas. Cabe destacar sus exposiciones individuales en el Hammer Museum de Los &Aacute;ngeles, EEUU; el Kustverein G&uuml;tersloh, Alemania; el Markisches Museum, Witten, Alemania; Museum Neue Galerie, Kassel, Alemania; entre otras. As&iacute; como su participaci&oacute;n en muestras colectivas internacionales en el San Jos&eacute; Museum of Art, y la Bedford Gallery del Lesher Center for the Arts, ambos en California, EEUU; Queens Community Houses, Nueva York, EEUU; Cleve Carney Art Gallery, Chicago, EEUU; Visual Arts Center, Richmond, EEUU; la IV Bienal de Beijing, China; Kunsthalle Nuernberg y Kunsthaus Rhenania, en Colonia, Alemania. Destacamos su presencia en colecciones como Deutsche Bank y Commerzbank, Alemania; AXA Insurance, Luxemburgo; Colecci&oacute;n Olor Visual, Espa&ntilde;a; Herzliya Museum of Art Israel; The Art CollTrust,, Bank One, Harvard University, UCLA Hammer Museum o San Francisco Museum of Moden Art, en EEUU; entre otras muchas. Algunas de sus instalaciones permanentes est&aacute;n en el Center Court, de la Haya, Pa&iacute;ses Bajos; en la ciudad de Stuttgart, Alemania; Philadelphia Academy of fine Art Museum, Filadelfia, EEUU.</p> <p style="text-align: justify;"><a href="http://markuslinnenbrink.com" target="_blank">http://markuslinnenbrink.com/</a></p> <p style="text-align: justify;"><strong>Markus Linnenbrink</strong></p> Thu, 27 Nov 2014 18:17:37 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Group Show - Galeria Laura Marsiaj - December 3rd - January 31st, 2015 Thu, 27 Nov 2014 18:12:18 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list - Galeria Laura Marsiaj - October 11th - December 2nd Thu, 27 Nov 2014 18:10:16 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Sebastian Buczek - Galeria Dawid Radziszewski - November 14th - December 20th <p style="text-align: justify;">I've never been too much interested in ancestors. I heard from my mother that one of my great-great-grandfather's name was Sebastian and he was born out of wedlock. Count Tołoczko was supposed to be his alleged father. Therefore, I have some admixture of earl's, obviously blue, blood. I was equally little interested in my paternal part of the family. Of course I knew my grandmother, who was socialist / positivist teacher in the suburbs of J&oacute;zef&oacute;w Biłgorajski (she used to make daily dications for me and my brother during summer holidays). I knew my grandfather better. He was a partisan of the Home Army. When they were smashing a gendarmerie station, a German bullet burnt his cheek and hit his comrade. My grandfather willingly shared the heroic stories of the war. However, I did not understand from where arised the resentment and irritation present on the faces of my father Marian and my aunt Ala, when during family gatherings grandpa jumped out with a rifle, tore through the thicket or on horseback rushed with a message to the troops of Peasants' Battalions. I have lived with this small puzzle for quite a few years. Only recently, guided by the need to explain the psychological and emotional complexities in the bosom of my family, I started to penetrate the subject more consciously.Where do the strange behavior of my father towards my grandfather came from and why did he explain anything to me so rarely and never expressed feelings? Is it really because of his great modesty and noble self-restraint? The naive image of the father crumbled quite recently, when my dad insisted that I was a hypochondriac even when the results of the research clearly stated the presence of a parasitic infection. He suggested that I should go to a psychologist or, even better, a psychiatris. I realized that our relationship is illusory and that I was stucked in some nightmarish unconsciousness for years. As I am sort of restless, maybe it's the admixture of blue blood, I became interested in the past and I started to ask grandpa questions not only about the time of war but also the postwar period. It turned out that here some minor inaccuracies may appear. According to the most recent version of the events, grandfather did not actually serve in the militia after the war! He did not walk with a gun and did not catch the thieves. In the militia he was only on paper at the behest of the Home Army command, which recommended that kind of behavior to protect its soldiers from deportation to Siberia. Why did he lie, why did he tell me false stories?... At that moment, my doubt about my father's moral backbone started to connect with a concern about my brother's moral backbone. The story of how through the intercession of a neighbor from the village, he was released from UB (Security Service) was suspiciuous by itself. (Maybe it was a coincidence, or maybe a collaboration). And then BANG! How could I not pay attention to this?. MARIAN BUCZEK - my father who was born before the death of Stalin was named after a great communist - Marian Buczek. And grandpa for many years held a post in the municipal plant in J&oacute;zef&oacute;w Biłgorajski. He was a member of The Polish United Workers' Party. This subject, of course, did not exist and was never mentioned. Maybe it was an accident and my father was named so because he was supposed to be a girl - Marysia. Maybe grandparents did not know about Marian Buczek- the communist because they came from a small village? Of course, I may be wrong in my assumptions, but it seems to me quite clear that just from here, from this shameful cowardice of my ancestors, from this totally ridiculous and irrelevant great mystery, have arised various emotional strangeness, complexities and fears that have incredible power to shape the fate of the whole family! (Exactly as the great psychoanalysts suggests). If only I would have thought about the presence of this "shameful secret" a few years ago? How differently my fate could roll? I would have looked differently at the guerrilla ceremony in Osuchy, the cap with an eagle, stitched stars. How less seriously would I look in the face of my formidable father from childhood? A postcard with a photo of the ship "Marian Buczek" I bought on Allegro, and by the way I bought another card, with an amiable ship "Fafik" from Świnoujście. How different the life of the family could be if it's name was Fafik? - I thought. <br /><br /> Sebastian Buczek <br /> <br /> <br /> <br /> </p> <p style="text-align: justify;">What is a reproduction if the record disappears? It is an object suspended between the virtual and the real and not belonging to any of these orders it haunts both of them. Sebastian Buczek is an artist who is also difficult to settle. Stories about his achievements focus on the material side of his activity. They treat about disks made of beeswax and chocolate, which have a very limited life, and each play is done with the awereness that at the same time it is an act of erasing the sound information stored on them. Another important element of Buczek's legend is Jan, mechanically actuated dummy that accompanies him in concerts and other actions. Buczek is constantly looking for new means deposited on the borderlands. His invention reffers us much to the hunter of new technologies embedded in contemporary digital culture, as to the lone inventor. The first archetype is determined by the way of thinking about the media as a carrier of immaterial and abstract ideas. The second one refers to the tools that even if they were ever invented, they never came into general use, as they did not match the current needs of society. Buczek is interested in the noise produced by these imperfect machines that are not capable of illusionistic reproduction. Noise, if it comes up in contemporary art practice, is mostly an expression of nostalgia for the media, in which the compression was visible and audible. In noise Buczek sees something more. It is an aesthetic strategy, which comes from the challenge of reproduction. It shapes phantoms, reflections of reality, which turns out to be far more interesting than the output information. Double, print, copy, extrudate - are the notions that can be used to describe his objects. All are appropriate, with the little problem that in themselves they already contain an emotional charge that embeds them in a position inferior to the original. However, the source is hidden. Buczek's art stems from the specific and radical use of acousmatic sound - a puzzling effect that separetes sound from its source. Buczek sees acousmatic properties also in objects. He is looking for a new way to relate activities for which the objects are created and their material structure. By this means they are in constant semantic and subtle motion and "range", suspended between the abstract and the concrete. <br /><br /> Daniel Muzyczuk <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Sebastian Buczek - born 1975, studied graphic design and painting at the Academy of Fine Arts in Katowice and animation at the National Film School in Ł&oacute;dź. His work can be classified between visual art and experimental music. He performed at many festivals (Festival in Landscape in Inowł&oacute;dz, Garage in Stralsund, Wien Modern in Vienna, the BFI in London, Audio Art and Warsaw Autumn). He participated in such exhibitions as: &ldquo;Gone To Croatan&rdquo; at the CCA Toruń and HMKV Dortmund. He is the author of music albums: &ldquo;Wabienie Dziewic&rdquo; Mik Musik 2001 &ldquo;Pogorzelec&rdquo; 2012 AltanovaPress. He is co-author and publisher of scientific books &ldquo;Atlas of Human Parasites&rdquo; and &ldquo;Parasitic diseases, epidemiology, diagnosis, symptoms&rdquo; (awarded by the Ministry of Health). He traveled to the Brazilian Amazon. Buczek conducts an independent experimental record label that promotes / publish artists of the independent scene.</p> <hr /> <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;">Nigdy nie interesowałem się zbytnio przodkami. Słyszałem od matki, że jeden z moich prapradziadk&oacute;w miał na imię Sebastian i że pochodził z nieprawego łoża. Jego domniemanym ojcem miał być Hrabia Tołoczko. Dzięki temu i ja mam jakąś domieszkę hrabiowskiej, błękitnej, jak wiadomo, krwi. R&oacute;wnie mało się interesowałem częścią rodziny od strony Ojca. Oczywiście znałem babcię, kt&oacute;ra była socjalistyczo/pozytywistyczną nauczycielką w J&oacute;zefowie Biłgorajskim (robiła nam z bratem podczas wakacji codzienne dyktanda polonistyczne). Lepiej poznałem Dziadka, był partyzantem AK. Niemiecka kula przypaliła mu policzek i trafiła jego towarzysza broni gdy rozbijali posterunek żandarmerii. Dziadek chętnie dzielił się bohaterskimi opowieściami z czas&oacute;w wojny. Nie rozumiałem jednak nigdy skąd płynie niechęć i poirytowanie obecne na twarzach mojego ojca Mariana i cioci Ali, kiedy dziadek podczas spotkań rodzinnych wyskakiwał z karabinem, przedzierał się przez zarośla z okrążenia czy pędził z wiadomością na koniu do oddział&oacute;w BCh. Żyłem z tą drobną zagadką ładnych kilka lat. Aż dopiero całkiem niedawno wiedziony potrzebą wyjaśnienia, zawiłości natury psychologiczno-emocjonalnych na łonie mojej rodziny zacząłem temat bardziej świadomie penetrować. Skąd biorą się dziwne zachowania mego ojca wobec dziadka i dlaczego, tak rzadko cokolwiek mi wyjaśniał i nigdy nie wyrażał uczuć. Czy faktycznie przez wielką skromność i szlachetną powściągliwość? Naiwny obraz ojca prysł dopiero całkiem niedawno, kiedy tata utrzymywał, że jestem hipochondrykiem nawet wtedy kiedy wyniki badań jasno stwierdzały obecność pasożytniczej infekcji. Sugerował że powinienem p&oacute;jść do psychologa a jeszcze lepiej do psychiatry. Zdałem sobie sprawę, że nasza więź jest iluzoryczna i że latami tkwiłem w jakiejś koszmarnej nieświadomości. Jako że mam w sobie coś niestrudzonego, może to ta domieszka błękitnej krwi, zacząłem interesować się przeszłością. Wypytywać dziadka o czasy nie tylko wojenne ale i powojenne. Okazało się że tutaj pojawiają się drobne nieścisłości. Dziadek, według najnowszej wersji wydarzeń jednak nie służył w milicji po wojnie, nie chodził z pistoletem i nie łapał złodziei! W milicji był tylko na papierze na rozkaz z dow&oacute;dztwa AK, kt&oacute;re zalecało takie zachowania aby uchronić swoich żołnierzy przed wyw&oacute;zką na Sybir. Dlaczego opowiadał mi nieprawdziwe historie? Tu powątpiewanie w kręgosłup moralny ojca zaczęło się łączyć z powątpiewaniem w kręgosłup moralny dziadka. Podejrzana stała się też opowieść o tym jak dzięki wstawiennictwu sąsiada ze wsi został zwolniony z UB (Może był to przypadek, ale może po prostu wsp&oacute;łpraca). I tu BACH jak mogłem na to nie zwr&oacute;cić uwagi. MARIAN BUCZEK m&oacute;j ojciec, kt&oacute;ry urodził się jeszcze przed śmiercią Stalina, został nazwany imieniem Wielkiego Komunisty - Mariana Buczka. A sam dziadek piastował przez długie lata stanowisko w zakładzie komunalnym w J&oacute;zefowie Biłgorajskim. Był członkiem PZPR. Temat ten oczywiście nie istniał, nie był poruszany. Może to był przypadek i m&oacute;j ojciec nazywa się tak bo miał być dziewczynką Marysią &hellip; Może dziadkowie nie wiedzieli o Marianie Buczku komuniście, bo byli z małej wioski?&hellip; Mogę się oczywiście mylić w swoich domniemaniach, ale wydaje mi się całkiem jasne, że po prostu właśnie stąd, z tego wstydliwego tch&oacute;rzostwa moich przodk&oacute;w, z tej w sumie śmiesznej i nieistotnej wielkiej tajemnicy, wzięły początek r&oacute;żne emocjonalne dziwności, zawiłości, lęki, kt&oacute;re mają niesamowitą moc kształtowania los&oacute;w całej rodziny (dokładnie tak jak to sugerują wielcy psychoanalitycy). Gdybym domyślał się obecności tego "wstydliwego sekretu" kilka lat temu? Jakże inaczej mogły się potoczyć i moje losy. Inaczej patrzył bym na uroczystości partyzanckie w Osuchach, czapkę z orzełkiem, doszywane gwiazdki. Jakże bardziej z przymrużeniem oka m&oacute;głbym patrzeć w twarz groźnemu ojcu z dzieciństwa. Kartkę ze zdjęciem statku "Marian Buczek" zakupiłem na allegro, a przy okazji kupiłem jeszcze jedną poczt&oacute;wkę, na kt&oacute;rej widnieje sympatyczny stateczek FAFIK ze Świnoujścia. Jak inne mogłoby być życie tej rodziny gdyby nosiła nazwisko FAFIK - pomyślałem. <br /> <br /> Sebastian Buczek <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Czym jest reprodukcja jeśli zapis zanika? Jest obiektem zawieszonym między wirtualnym a realnym i nie przynależąc do żadnego z tych porządk&oacute;w nawiedza oba. Sebastian Buczek jest artystą kt&oacute;rego r&oacute;wnież trudno osadzić. Opowieści o jego dokonaniach skupiały się na materialnej stronie jego działalności. Traktowały o płytach z pszczelego wosku i czekolady, kt&oacute;re mają bardzo ograniczony żywot, a każde odtworzenie odbywa się ze świadomością jednoczesnego aktu wymazywania dźwiękowej informacji na nich zapisanej. Innym ważnym elementem legendy Buczka jest Jan, mechanicznie poruszany manekin, kt&oacute;ry towarzyszy mu w koncertach i w innych działaniach. Buczek ciągle poszukuje nowych, osadzonych na pograniczach środk&oacute;w. Jego inwencja ma w sobie tyleż z osadzonego we wsp&oacute;łczesnej cyfrowej kulturze łowcy nowych technologii, co z samotnego wynalazcy. Pierwszy archetyp wyznacza spos&oacute;b myślenia o mediach, jako nośnikach niematerialnych i abstrakcyjnych idei. Drugi natomiast odsyła do narzędzi, kt&oacute;re nawet jeśli zostały kiedyś wynalezione, to nigdy nie weszły do powszechnego użycia, ponieważ nie odpowiadały aktualnym potrzebom społecznym. Buczka interesuje szum, kt&oacute;ry generują te niedoskonałe maszyny, kt&oacute;re nie są zdolne do iluzjonistycznej reprodukcji. Szum, jeśli pojawia się w praktyce sztuki wsp&oacute;łczesnej, jest najczęściej wyrazem nostalgii za mediami, w kt&oacute;rych kompresja była widzialna i słyszalna. Buczek w szumie widzi coś więcej. To strategia estetyczna, kt&oacute;ra wynika z podjęcia wyzwania reprodukcji. To ona kształtuje fantomy, będące odbiciami rzeczywistości, kt&oacute;re okazują się zdecydowanie ciekawsze od informacji wyjściowej. Sobowt&oacute;r, odbitka, kopia, wytłoczyna, to pojęcia, kt&oacute;rych można użyć do opisu jego obiekt&oacute;w. Wszystkie są właściwe, z tym małym problemem, że same w sobie zawierają już ładunek emocjonalny, kt&oacute;ry osadza je w pozycji podrzędnej wobec oryginału. Źr&oacute;dło jest jednak ukryte. Tw&oacute;rczość Buczka wynika ze swoistego i radykalnego zastosowania akuzmatyki, czyli zagadkowego efektu, kt&oacute;ry wywołuje oderwanie dźwięku od źr&oacute;dła. Buczek dostrzega akuzmatyczne właściwości r&oacute;wnież w obiektach. Szuka nowego sposobu na powiązanie czynności do wykonywania kt&oacute;rych przedmioty zostały stworzone i ich materialnej struktury. Dzięki temu zabiegowi pozostają one w ciągłym znaczeniowym i subtelnym ruchu i &bdquo;wahają się&rdquo;, zawieszone między abstrakcją i konkretem. <br /> <br /> Daniel Muzyczuk <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Sebastian Buczek - ur. w 1975 roku. Studiował grafikę i malarstwo na ASP w Katowicach oraz animację na PWSFTViT w Łodzi. Jego tw&oacute;rczość znajduje się na styku sztuki wizualnej i muzyku eksperymentalnej. Występował na wielu festiwalach, m.in Festiwal w Krajobrazie w Inowłodzu, Garage w Stralsund, Wien Modern w Wiedniu, BFI w Londynie, Audio Art, Warszawska Jesień. Brał udział w wystawach m.in. Gone To Croatan w CSW Toruń, HMKV Dortmund. Jest autorem płyt: &ldquo;Wabienie Dziewic&rdquo; Mik Musik 2001, &ldquo;Pogorzelec&rdquo; 2012 AltanovaPress. Jest wsp&oacute;łautorem i wydawcą książek naukowych &ldquo;Atlas Pasożyt&oacute;w Człowieka&rdquo; i &ldquo;Choroby Pasaożytnicze, epidemiologia diagnostyka objawy&rdquo; (nagradzanych przez ministra zdrowia). Podr&oacute;żował do brazylijskiej Amazonii. Prowadzi niezależną eksperymentalną wytw&oacute;rnię płytową, kt&oacute;ra promuje / wydaje artyst&oacute;w sceny niezależnej.</p> Thu, 27 Nov 2014 18:05:10 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Pedro David - Galeria da Gávea - November 14th - January 30th, 2015 <p style="text-align: justify;"><strong>Pedro David apresenta Fase Catarse no Rio de Janeiro, em cartaz a partir de 14 de novembro na Galeria da G&aacute;vea </strong><em>Trilogia re&uacute;ne s&eacute;ries &ldquo;Aluga-se&rdquo;, &ldquo;Coisas caem do C&eacute;u&rdquo; e &ldquo;&Uacute;ltima Morada&rdquo;, produzidas pelo artista entre 2008 e 2011 </em>Fot&oacute;grafo representado pela Galeria da G&aacute;vea, Pedro David apresenta sua &ldquo;Fase Catarse&rdquo; a partir de 14 de novembro, no Rio de Janeiro. A mostra re&uacute;ne tr&ecirc;s s&eacute;ries produzidas entre 2008 e 2011 &mdash; <em>&ldquo;</em>Aluga-se&rdquo;, &ldquo;Coisas caem do C&eacute;u&rdquo; e &ldquo;&Uacute;ltima Morada&rdquo;. Em comum, elas trazem a interpreta&ccedil;&atilde;o do ambiente urbano particular do mineiro nascido em Santos Dumont.</p> <p style="text-align: justify;">A exposi&ccedil;&atilde;o traduz a leitura de Pedro David para momentos de introspec&ccedil;&atilde;o, inc&ocirc;modo e supera&ccedil;&atilde;o vivenciados nestes quatro anos. Aborda a exaustiva busca para encontrar um lugar para se viver nos centros urbanos, a falta de educa&ccedil;&atilde;o de vizinhos, e o esfor&ccedil;o de recupera&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a morte da m&atilde;e por meio de um olhar po&eacute;tico sobre seu ambiente e pertences. Cada um dos trabalhos foi produzido enquanto o artista vivenciava tais situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, em um processo no qual a fotografia servia, a cada registro, como instrumento de catarse. &ldquo;As fotos me guiaram por essas situa&ccedil;&otilde;es, me ajudando a entend&ecirc;-las e a passar por elas. N&atilde;o &agrave; toa decidi reunir as tr&ecirc;s s&eacute;ries em uma &uacute;nica mostra, pois juntas representam um momento importante na minha vida&rdquo;, comenta.</p> <p style="text-align: justify;">S&atilde;o ao todo cerca de 30 fotografias impressas em diversos tamanhos, entre 110x110 cm, 90x90cm, e 50x50 cm, al&eacute;m de uma instala&ccedil;&atilde;o &aacute;udio visual composta por fotografias editadas em v&iacute;deo, acompanhadas por pequenos poemas autorais que introduzem cada s&eacute;rie.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Aluga-se, 2008: </strong>Na primeira s&eacute;rie, o artista apresenta uma cole&ccedil;&atilde;o de fotografias realizadas em apartamentos vazios, oferecidos para loca&ccedil;&atilde;o e visitados em 2008 enquanto procurava um novo lar. S&atilde;o paredes vazias, que registram o caminho da luz dentro destes ambientes. &ldquo;&rsquo;Aluga-se&rsquo; parte de uma met&aacute;fora sobre a vida nos grandes centros. A busca da luz, presente nas fotografias, alude diretamente &agrave; observa&ccedil;&atilde;o do futuro inquilino, que observa a luminosidade dos apartamentos visitados, e simboliza a busca de sentido do urbanoide contempor&acirc;neo&rdquo;, explica.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Coisas Caem do C&eacute;u, 2008/2009: </strong>J&aacute; no segundo momento, objetos insignificantes, lan&ccedil;ados por vizinhos por suas janelas e depositados na &aacute;rea privativa de seu apartamento ap&oacute;s busca fren&eacute;tica registrada na s&eacute;rie &ldquo;Aluga-se&rdquo;, foram colecionados e cuidadosamente fotografados em &acute;close up&acute;, t&eacute;cnica semelhante &agrave; utilizada para fotografar esculturas. &ldquo;Objetos que nem sequer mereceram ser dispensados &agrave; lixeira, tinham sido simplesmente lan&ccedil;ados para fora das vidas dessas pessoas.</p> <p style="text-align: justify;">Ganharam ent&atilde;o uma aten&ccedil;&atilde;o especial depois de serem encontrados sobre o piso cimentado da minha resid&ecirc;ncia&rdquo;, conta.</p> <p style="text-align: justify;"><strong>&Uacute;ltima Morada, 2010: </strong>A trilogia &eacute; encerrada com 15 fotografias editadas em um v&iacute;deo, sequenciadas em lentas fus&otilde;es e acompanhadas por um som ofegante de respira&ccedil;&atilde;o. Os trabalhos representam o retorno do artista ao apartamento que antes compartilhava com sua m&atilde;e, ap&oacute;s morte dela, para esvazi&aacute;-lo. Foi um m&ecirc;s de visitas antes de tirar qualquer coisa, fotografando sua &uacute;ltima morada. Com o auxilio dos registros, a antiga presen&ccedil;a foi transformada em permanente aus&ecirc;ncia.</p> <p style="text-align: justify;">www.pedrodavid.com/alugase www.pedrodavid.com/coisas</p> <p style="text-align: justify;">www.pedrodavid.com/ultimamorada</p> <p style="text-align: justify;"><strong>Sobre Pedro David</strong></p> <p style="text-align: justify;">Nascido no munic&iacute;pio de Santos Dumont, Minas Gerais, em 1977, Pedro David vive e trabalha entre Nova Lima e Belo Horizonte. Fot&oacute;grafo/artista visual, graduado em jornalismo pela PUC-MG, em 2001, cursou p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em artes pl&aacute;sticas e contemporaneidade na Escola Guignard (UEMG, 2002). Tem tr&ecirc;s livros publicados &mdash; Paisagem Submersa&nbsp; (Cosac Naify 2008), O Jardim (Funceb 2012) e Rota Raiz (Tempo D&acute;Imagem 2013) &mdash; e trabalhos em cole&ccedil;&otilde;es como a do Museu de Arte Moderna de S&atilde;o Paulo, a do <em>Mus&eacute;e du Quai Bralnly</em>, de Paris, e a prestigiada Cole&ccedil;&atilde;o Pirelli &ndash; MASP.</p> <p style="text-align: justify;">Entre as mostras individuais, destacam-se a realizada na Galeria Astart&eacute; (Madri, Espanha &ndash; 2014), no MAM - Bahia (Salvador, 2012), na Lemos de S&aacute; Galeria (Belo Horizonte, 2012), e na Fauna Galeria (S&atilde;o Paulo, 2012), para citar as mais recentes. J&aacute; entre as coletivas, chamam aten&ccedil;&atilde;o as participa&ccedil;&otilde;es na I Bienal de Fotografia do MASP (S&atilde;o Paulo, 2013), no Photoquai (Paris &ndash; 2013) e em Esquizofrenia Tropical (Photoespa&ntilde;a - Madri &ndash; 2012), al&eacute;m das realizadas no Museu de Arte Contempor&acirc;nea do Cear&aacute; (Fortaleza-CE, 2012), no Ex-Teresa arte Actual (M&eacute;xico D.F., 2011), no Museu da Imagem e do Som (S&atilde;o Paulo &ndash; 2011), na Gera&ccedil;&atilde;o 00 (Sesc Belenzinho &ndash; S&atilde;o Paulo, 2011), na Noordelicht Photogallery (Groningen, Holanda, 2008) e na 5&ordf; Bienal de Fotografia e Artes Visuais de Li&eacute;ge (Mammac &ndash; Li&eacute;ge, B&eacute;lgica, 2006).</p> <p style="text-align: justify;">No curr&iacute;culo contam ainda pr&ecirc;mios como o Nexo Foto (Madri, Espanha, 2014), o Pr&ecirc;mio Nacional de Fotografia Pierre Verger (2011), o Pr&ecirc;mio Uni&atilde;o Latina &ndash; Mart&iacute;n Chambi de Fotografia (2010) e o Pr&ecirc;mio Porto Seguro Brasil de Fotografia (2005), entre outros.</p> Thu, 27 Nov 2014 18:02:47 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Group Show - Gagosian Gallery - Athens - October 30th - December 20th <p style="text-align: justify;">&ldquo;Horror vacui&rdquo; or &ldquo;fear of empty spaces&rdquo; is a term often used to describe outsider art, where every square inch of surface is filled with details and data in a compulsive excess of activity&mdash;perhaps in fear of that blank space that might stare back. In opposing the void every particle is given form. "Horror vacui" proposes Op Art as a side effect of this embattled triage of hand, eye and mind, where mark-making is a means with which to fill space with optically rich results.</p> <p style="text-align: justify;">As an antidote to aesthetic gratification, Marcel Duchamp invented the <em>Rotoreliefs</em> in 1923. By satisfying the retina itself, they mesmerized the eye with gyrating spirals. The result was a hypnotic visual white noise as well as a false sense of depth or vortex. Duchamp enlisted his product in an inventors' fair, sure that this would reveal its niche market demographic. Not a single <em>Rotorelief</em> sold.</p> <p style="text-align: justify;">The white cube has long been a vacuum neutralized of the burdens of detail to become an unencumbered and timeless context for viewing art. Urs Fischer&rsquo;s playful wallpaper imitates the appearance of raw sheetrock, an odd moment of past-life mimesis for the walls in a room that now communicates the sensation of an indeterminate space. The corners of rooms are where points converge and space is rendered functionally useless and thus often ignored. Joel Morrison&rsquo;s shiny stainless steel corner piece converts this uselessness into a glaringly prominent strength. And the entire space itself, no matter how forgotten or invisible, is used as a sculptural material by artist Rachel Whiteread.</p> <p style="text-align: justify;">The hours spent applying and reapplying a totality of marks is evident in the dense graphite drawings of Nancy Rubins. Torn papers are rubbed vigorously with graphite so as to appear burnished like dull dark metal. Made by scribbling onto the paper contained inside of his pocket with a pencil cramped in his hand, William Anastasi&rsquo;s <em>Pocket Drawings</em> act as a diaristic account of this space within everyday attire as an active site of mark-making. The late Roman Opalka spent a lifetime documenting time and space by painstakingly counting towards infinity. His <em>Cartes de Voyage</em> works on paper demonstrate his conviction, done outside the studio out of necessity.&nbsp;&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;">Obsessive repetition and unconscious doodling can reveal potent optical fields that bend the flatness of the canvas with personal codes and pattern-based rhythms. Harmony Korine&rsquo;s check paintings aggressively undulate in trippy, all-encompassing topographies of lopsided gingham. The <em>Aggregates</em> of John Houck rethink the pixel via recursive means, as a series of possible combinations worked out to an infinitesimally extreme end.</p> <p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Geneva artist list</span><br /> WILLIAM ANASTASI, MARCEL DUCHAMP, URS FISCHER, JOHN HOUCK, Y.Z. KAMI, HARMONY KORINE, JOEL MORRISON, PAUL NOBLE, NANCY RUBINS, RICHARD WRIGHT</p> <p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Athens artist list</span><br /> WILLIAM ANASTASI, URS FISCHER, JOHN HOUCK, BRUCE NAUMAN, ROMAN OPALKA, RICHARD PHILLIPS, NANCY RUBINS, DESPINA STOKOU, PIOTR UKLAŃSKI, RACHEL WHITEREAD, RICHARD WRIGHT</p> <hr /> <p style="text-align: justify;">&Epsilon;&gamma;&kappa;&alpha;ί&nu;&iota;&alpha;: 30 &Omicron;&kappa;&tau;ώ&beta;&rho;&iota;&omicron;&sigmaf;, 7&ndash;9 &mu;.&mu;.<br /> <br /> <br /> &Omicron; ό&rho;&omicron;&sigmaf; <em>Horror vacui</em> ή <em>&kappa;&epsilon;&nu;&omicron;&phi;&omicron;&beta;ί&alpha;</em> &chi;&rho;&eta;&sigma;&iota;&mu;&omicron;&pi;&omicron;&iota;&epsilon;ί&tau;&alpha;&iota; &sigma;&upsilon;&chi;&nu;ά &gamma;&iota;&alpha; &nu;&alpha; &pi;&epsilon;&rho;&iota;&gamma;&rho;ά&psi;&epsilon;&iota; &tau;&eta;&nu; <em>art brut</em>, ό&pi;&omicron;&upsilon; &kappa;ά&theta;&epsilon; &sigma;&pi;&iota;&theta;&alpha;&mu;ή &tau;&eta;&sigmaf; &zeta;&omega;&gamma;&rho;&alpha;&phi;&iota;&kappa;ή&sigmaf; &epsilon;&pi;&iota;&phi;ά&nu;&epsilon;&iota;&alpha;&sigmaf; &gamma;&epsilon;&mu;ί&zeta;&epsilon;&iota; &alpha;&sigma;&phi;&upsilon;&kappa;&tau;&iota;&kappa;ά &mu;&epsilon; &lambda;&epsilon;&pi;&tau;&omicron;&mu;έ&rho;&epsilon;&iota;&epsilon;&sigmaf; &kappa;&alpha;&iota; &sigma;&tau;&omicron;&iota;&chi;&epsilon;ί&alpha; &sigma;&tau;&omicron; &pi;&lambda;&alpha;ί&sigma;&iota;&omicron; &mu;&iota;&alpha;&sigmaf; &delta;&rho;&alpha;&sigma;&tau;&eta;&rho;&iota;ό&tau;&eta;&tau;&alpha;&sigmaf; &pi;&omicron;&upsilon; &alpha;&gamma;&gamma;ί&zeta;&epsilon;&iota; &tau;&alpha; ό&rho;&iota;&alpha; &tau;&eta;&sigmaf; &mu;&alpha;&nu;ί&alpha;&sigmaf;&mdash;&alpha;&pi;ό &phi;ό&beta;&omicron; &epsilon;&nu;&delta;&epsilon;&chi;&omicron;&mu;έ&nu;&omega;&sigmaf; ό&tau;&iota; &tau;&omicron; &beta;&lambda;έ&mu;&mu;&alpha; &theta;&alpha; έ&rho;&theta;&epsilon;&iota; &alpha;&nu;&tau;&iota;&mu;έ&tau;&omega;&pi;&omicron; &mu;&epsilon; &tau;&omicron;&nu; &lambda;&epsilon;&upsilon;&kappa;ό &kappa;&alpha;&mu;&beta;ά &kappa;&alpha;&iota; &tau;&eta;&nu; &pi;&rho;ό&kappa;&lambda;&eta;&sigma;&eta; &pi;&omicron;&upsilon; &alpha;&upsilon;&tau;ό&sigmaf;&nbsp; &alpha;&nu;&tau;&iota;&pi;&rho;&omicron;&sigma;&omega;&pi;&epsilon;ύ&epsilon;&iota;. &Eta; &alpha;&nu;&tau;ί&theta;&epsilon;&sigma;&eta; &sigma;&tau;&omicron; &kappa;&epsilon;&nu;ό &delta;ί&nu;&epsilon;&iota; &phi;ό&rho;&mu;&alpha; &sigma;&epsilon; &kappa;ά&theta;&epsilon; &mu;ό&rho;&iota;&omicron; ύ&lambda;&eta;&sigmaf;. &Eta; <em>&kappa;&epsilon;&nu;&omicron;&phi;&omicron;&beta;ί&alpha;</em> &pi;&rho;&omicron;&tau;&epsilon;ί&nu;&epsilon;&iota; &tau;&eta;&nu; Op Art &omega;&sigmaf; &pi;&alpha;&rho;&epsilon;&nu;έ&rho;&gamma;&epsilon;&iota;&alpha; &tau;&omicron;&upsilon; &alpha;&nu;&tau;&alpha;&gamma;&omega;&nu;&iota;&sigma;&mu;&omicron;ύ &alpha;&nu;ά&mu;&epsilon;&sigma;&alpha; &sigma;&tau;&omicron; &chi;έ&rho;&iota;, &tau;&omicron; &mu;ά&tau;&iota; &kappa;&alpha;&iota; &tau;&eta; &delta;&iota;ά&nu;&omicron;&iota;&alpha;, &sigma;&tau;&omicron; &pi;&lambda;&alpha;ί&sigma;&iota;&omicron; &tau;&omicron;&upsilon; &omicron;&pi;&omicron;ί&omicron;&upsilon; &eta; &delta;&eta;&mu;&iota;&omicron;&upsilon;&rho;&gamma;ί&alpha; &sigma;&eta;&mu;&epsilon;ί&omega;&nu; &alpha;&pi;&omicron;&tau;&epsilon;&lambda;&epsilon;ί &mu;έ&sigma;&omicron; &pi;&lambda;ή&rho;&omega;&sigma;&eta;&sigmaf; &tau;&omicron;&upsilon; &kappa;&epsilon;&nu;&omicron;ύ &mu;&epsilon; &omicron;&pi;&tau;&iota;&kappa;ά &pi;&lambda;&omicron;ύ&sigma;&iota;&alpha; &alpha;&pi;&omicron;&tau;&epsilon;&lambda;έ&sigma;&mu;&alpha;&tau;&alpha;.<br /> <br /> &Tau;&omicron; 1923 &omicron; Marcel Duchamp &epsilon;&pi;&iota;&nu;&omicron;&epsilon;ί &tau;&alpha; <em>Rotoreliefs</em> &omega;&sigmaf; &alpha;&nu;&tau;ί&delta;&omicron;&tau;&omicron; &sigma;&tau;&eta;&nu; &alpha;&iota;&sigma;&theta;&eta;&tau;&iota;&kappa;ή &iota;&kappa;&alpha;&nu;&omicron;&pi;&omicron;ί&eta;&sigma;&eta;. &Iota;&kappa;&alpha;&nu;&omicron;&pi;&omicron;&iota;ώ&nu;&tau;&alpha;&sigmaf; &alpha;&nu;&tau;&iota;&theta;έ&tau;&omega;&sigmaf; &tau;&omicron;&nu; &alpha;&mu;&phi;&iota;&beta;&lambda;&eta;&sigma;&tau;&rho;&omicron;&epsilon;&iota;&delta;ή &tau;&omicron;&upsilon; &mu;&alpha;&tau;&iota;&omicron;ύ, &omicron;&iota; &delta;ί&sigma;&kappa;&omicron;&iota; &tau;&omicron;&upsilon; Duchamp &mu;&alpha;&gamma;&nu;ή&tau;&iota;&zeta;&alpha;&nu; &tau;&omicron; &beta;&lambda;έ&mu;&mu;&alpha; &mu;&epsilon; &tau;&iota;&sigmaf; &pi;&epsilon;&rho;&iota;&sigma;&tau;&rho;&epsilon;&phi;ό&mu;&epsilon;&nu;&epsilon;&sigmaf; &sigma;&pi;&epsilon;ί&rho;&epsilon;&sigmaf; &tau;&omicron;&upsilon;&sigmaf;. &Tau;&omicron; &alpha;&pi;&omicron;&tau;έ&lambda;&epsilon;&sigma;&mu;&alpha; ή&tau;&alpha;&nu; έ&nu;&alpha; &upsilon;&pi;&nu;&omega;&tau;&iota;&sigma;&tau;&iota;&kappa;ό &epsilon;&iota;&kappa;&alpha;&sigma;&tau;&iota;&kappa;ό &alpha;&nu;ά&lambda;&omicron;&gamma;&omicron; &tau;&omicron;&upsilon; &lambda;&epsilon;&gamma;ό&mu;&epsilon;&nu;&omicron;&upsilon; &lambda;&epsilon;&upsilon;&kappa;&omicron;ύ &theta;&omicron;&rho;ύ&beta;&omicron;&upsilon;, &kappa;&alpha;&theta;ώ&sigmaf; &kappa;&alpha;&iota; &mu;&iota;&alpha; &psi;&epsilon;&upsilon;&delta;&alpha;ί&sigma;&theta;&eta;&sigma;&eta; &beta;ά&theta;&omicron;&upsilon;&sigmaf; ή &pi;&epsilon;&rho;&iota;&delta;ί&nu;&eta;&sigma;&eta;&sigmaf;. &Omicron;&nbsp; Duchamp &pi;&alpha;&rho;&omicron;&upsilon;&sigma;ί&alpha;&sigma;&epsilon; &tau;&omicron; έ&rho;&gamma;&omicron; &tau;&omicron;&upsilon; &sigma;&epsilon; &mu;&iota;&alpha; &phi;&omicron;&upsilon;ά&rho; &epsilon;&phi;&epsilon;&upsilon;&rho;&epsilon;&tau;ώ&nu;, &beta;έ&beta;&alpha;&iota;&omicron;&sigmaf; &pi;&omega;&sigmaf; &tau;&alpha; <em>rotoreliefs</em>&tau;&omicron;&upsilon; &theta;&alpha; έ&beta;&rho;&iota;&sigma;&kappa;&alpha;&nu; &tau;&eta; &delta;&iota;&kappa;ή &tau;&omicron;&upsilon;&sigmaf; &theta;έ&sigma;&eta; &sigma;&tau;&eta;&nu; &alpha;&gamma;&omicron;&rho;ά. &Delta;&epsilon;&nu; &pi;&omicron;&upsilon;&lambda;ή&theta;&eta;&kappa;&epsilon; &kappa;&alpha;&nu;έ&nu;&alpha;.</p> <p style="text-align: justify;">&Omicron; &lambda;&epsilon;&upsilon;&kappa;ό&sigmaf; &kappa;ύ&beta;&omicron;&sigmaf; &delta;&epsilon;&nu; &epsilon;ί&nu;&alpha;&iota; &pi;&alpha;&rho;ά έ&nu;&alpha; &kappa;&epsilon;&nu;ό &alpha;&pi;&epsilon;&lambda;&epsilon;&upsilon;&theta;&epsilon;&rho;&omega;&mu;έ&nu;&omicron; &epsilon;&delta;ώ &kappa;&alpha;&iota; &kappa;&alpha;&iota;&rho;ό &alpha;&pi;ό &tau;&omicron; &beta;ά&rho;&omicron;&sigmaf; &tau;&eta;&sigmaf; &lambda;&epsilon;&pi;&tau;&omicron;&mu;έ&rho;&epsilon;&iota;&alpha;&sigmaf;, &omicron;ύ&tau;&omega;&sigmaf; ώ&sigma;&tau;&epsilon; &nu;&alpha; &alpha;&pi;&omicron;&tau;&epsilon;&lambda;&epsilon;ί &pi;&lambda;έ&omicron;&nu; έ&nu;&alpha; &delta;&iota;&alpha;&chi;&rho;&omicron;&nu;&iota;&kappa;ό &pi;&lambda;&alpha;ί&sigma;&iota;&omicron; &gamma;&iota;&alpha; &tau;&eta;&nu; &alpha;&nu;&epsilon;&mu;&pi;ό&delta;&iota;&sigma;&tau;&eta; &theta;έ&alpha;&sigma;&eta; &tau;&eta;&sigmaf; &tau;έ&chi;&nu;&eta;&sigmaf;. &Eta; &pi;&alpha;&iota;&gamma;&nu;&iota;ώ&delta;&eta;&sigmaf; &tau;&alpha;&pi;&epsilon;&tau;&sigma;&alpha;&rho;ί&alpha; &tau;&omicron;&upsilon; Urs Fischer &mu;&iota;&mu;&epsilon;ί&tau;&alpha;&iota; &tau;&eta;&nu; ό&psi;&eta; &tau;&eta;&sigmaf; &gamma;&upsilon;&mu;&nu;ή&sigmaf; &gamma;&upsilon;&psi;&omicron;&sigma;&alpha;&nu;ί&delta;&alpha;&sigmaf; &sigma;&epsilon; έ&nu;&alpha; &pi;&alpha;&rho;ά&xi;&epsilon;&nu;&omicron; &sigma;&tau;&iota;&gamma;&mu;&iota;ό&tau;&upsilon;&pi;&omicron; ό&pi;&omicron;&upsilon; &omicron;&iota; &tau;&omicron;ί&chi;&omicron;&iota; &epsilon;&nu;ό&sigmaf; &delta;&omega;&mu;&alpha;&tau;ί&omicron;&upsilon;&mdash;&epsilon;&nu;ό&sigmaf; &alpha;&pi;&rho;&omicron;&sigma;&delta;&iota;ό&rho;&iota;&sigma;&tau;&omicron;&upsilon; &chi;ώ&rho;&omicron;&upsilon;&mdash;&epsilon;&pi;&iota;&sigma;&tau;&rho;έ&phi;&omicron;&upsilon;&nu; &sigma;&tau;&omicron;&nu; &pi;&rho;ό&tau;&epsilon;&rho;&omicron; &beta;ί&omicron; &tau;&omicron;&upsilon;&sigmaf;. &Omicron;&iota; &gamma;&omega;&nu;ί&epsilon;&sigmaf; &tau;&omega;&nu; &delta;&omega;&mu;&alpha;&tau;ί&omega;&nu; &epsilon;ί&nu;&alpha;&iota; &sigma;&eta;&mu;&epsilon;ί&alpha; &sigma;ύ&gamma;&kappa;&lambda;&iota;&sigma;&eta;&sigmaf; ό&pi;&omicron;&upsilon; &eta; &chi;&rho;&eta;&sigma;&tau;&iota;&kappa;ή &alpha;&xi;ί&alpha; &tau;&omicron;&upsilon; &chi;ώ&rho;&omicron;&upsilon; &mu;&alpha;&tau;&alpha;&iota;ώ&nu;&epsilon;&tau;&alpha;&iota;. &Omega;&sigmaf; &epsilon;&kappa; &tau;&omicron;ύ&tau;&omicron;&upsilon; &sigma;&upsilon;&chi;&nu;ά &pi;&alpha;&rho;&alpha;&beta;&lambda;έ&pi;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&iota;. &Eta; &gamma;&upsilon;&alpha;&lambda;&iota;&sigma;&tau;&epsilon;&rho;ή &gamma;&omega;&nu;ί&alpha; &alpha;&pi;ό &alpha;&nu;&omicron;&xi;&epsilon;ί&delta;&omega;&tau;&omicron; &alpha;&tau;&sigma;ά&lambda;&iota; &tau;&omicron;&upsilon; Joel Morrison &pi;&rho;&omicron;&sigma;&delta;ί&nu;&epsilon;&iota; &mu;&iota;&alpha; &epsilon;&kappa;&tau;&upsilon;&phi;&lambda;&omega;&tau;&iota;&kappa;ή &delta;ύ&nu;&alpha;&mu;&eta; &sigma;&tau;&omicron;&nu; &kappa;&alpha;&tau;ά &tau;' ά&lambda;&lambda;&alpha; ά&chi;&rho;&eta;&sigma;&tau;&omicron; &alpha;&upsilon;&tau;ό &chi;ώ&rho;&omicron;. &Eta; Rachel Whiteread, &alpha;&pi;ό &tau;&eta;&nu; ά&lambda;&lambda;&eta;, &chi;&rho;&eta;&sigma;&iota;&mu;&omicron;&pi;&omicron;&iota;&epsilon;ί &tau;&omicron;&nu; ί&delta;&iota;&omicron;&nu; &tau;&omicron;&nu; &chi;ώ&rho;&omicron;, &xi;&epsilon;&chi;&alpha;&sigma;&mu;έ&nu;&omicron; ή &alpha;ό&rho;&alpha;&tau;&omicron;, &omega;&sigmaf; &gamma;&lambda;&upsilon;&pi;&tau;&iota;&kappa;ό &upsilon;&lambda;&iota;&kappa;ό.</p> <p style="text-align: justify;">&Tau;&alpha; &pi;&upsilon;&kappa;&nu;ά &sigma;&chi;έ&delta;&iota;&alpha; &mu;&epsilon; &gamma;&rho;&alpha;&phi;ί&tau;&eta; &tau;&eta;&sigmaf; Nancy Rubins &mu;&alpha;&rho;&tau;&upsilon;&rho;&omicron;ύ&nu; &tau;&iota;&sigmaf; ώ&rho;&epsilon;&sigmaf; &pi;&omicron;&upsilon; &alpha;&phi;&iota;&epsilon;&rho;ώ&nu;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&iota; &sigma;&tau;&eta;&nu; &epsilon;&mu;&mu;&omicron;&nu;&iota;&kappa;ή &epsilon;&phi;&alpha;&rho;&mu;&omicron;&gamma;ή &sigma;&tau;&omicron;&nu; &kappa;&alpha;&mu;&beta;ά &epsilon;&nu;ό&sigmaf; &sigma;&upsilon;&nu;ό&lambda;&omicron;&upsilon; &sigma;&eta;&mu;&epsilon;ί&omega;&nu;. &Sigma;&kappa;&iota;&sigma;&mu;έ&nu;&alpha; &chi;&alpha;&rho;&tau;&iota;ά &mu;&omicron;&upsilon;&nu;&tau;&zeta;&omicron;&upsilon;&rho;ώ&nu;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&iota; &epsilon;&pi;ί&mu;&omicron;&nu;&alpha; &mu;&epsilon; &gamma;&rho;&alpha;&phi;ί&tau;&eta; &omicron;ύ&tau;&omega;&sigmaf; ώ&sigma;&tau;&epsilon; &nu;&alpha; &delta;ί&nu;&omicron;&upsilon;&nu; &tau;&eta;&nu; &epsilon;&nu;&tau;ύ&pi;&omega;&sigma;&eta; &lambda;&epsilon;ί&omicron;&upsilon;, &alpha;&lambda;&lambda;ά &theta;&alpha;&mu;&pi;&omicron;ύ, &sigma;&kappa;&omicron;ύ&rho;&omicron;&upsilon; &mu;&epsilon;&tau;ά&lambda;&lambda;&omicron;&upsilon;. &Mu;&epsilon; έ&nu;&alpha; &mu;&omicron;&lambda;ύ&beta;&iota; &sigma;&phi;&eta;&nu;&omega;&mu;έ&nu;&omicron; &sigma;&tau;&omicron; &chi;έ&rho;&iota; &kappa;&alpha;&iota; &sigma;&kappa;&iota;&tau;&sigma;ά&rho;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&sigmaf; &epsilon;&pi;ά&nu;&omega; &sigma;&epsilon; &chi;&alpha;&rho;&tau;&iota;ά &kappa;&rho;&upsilon;&mu;&mu;έ&nu;&alpha; &sigma;&tau;&eta;&nu; &tau;&sigma;έ&pi;&eta; &tau;&omicron;&upsilon;, &omicron; William Anastasi &delta;&eta;&mu;&iota;&omicron;&upsilon;&rho;&gamma;&epsilon;ί &tau;&alpha; <em>Pocket Drawings</em>, &mu;&iota;&alpha; &sigma;&epsilon;&iota;&rho;ά &sigma;&chi;&epsilon;&delta;ί&omega;&nu;-&eta;&mu;&epsilon;&rho;&omicron;&lambda;&omicron;&gamma;&iota;&alpha;&kappa;ώ&nu; &epsilon;&gamma;&gamma;&rho;&alpha;&phi;ώ&nu; &pi;&omicron;&upsilon; &kappa;&alpha;&tau;&alpha;&pi;&iota;ά&nu;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&iota; &mu;&epsilon; &tau;&eta; &delta;&iota;&epsilon;&rho;&epsilon;ύ&nu;&eta;&sigma;&eta; &tau;&omicron;&upsilon; &kappa;&alpha;&theta;&eta;&mu;&epsilon;&rho;&iota;&nu;&omicron;ύ &epsilon;&nu;&delta;ύ&mu;&alpha;&tau;&omicron;&sigmaf; &omega;&sigmaf; &delta;&upsilon;&nu;&alpha;&mu;&iota;&kappa;&omicron;ύ &chi;ώ&rho;&omicron;&upsilon; &sigma;&eta;&mu;&epsilon;&iota;&omicron;&gamma;&rho;&alpha;&phi;ί&alpha;&sigmaf;. &Omicron; &pi;&rho;ό&sigma;&phi;&alpha;&tau;&alpha; &chi;&alpha;&mu;έ&nu;&omicron;&sigmaf; Roman Opalka &pi;έ&rho;&alpha;&sigma;&epsilon; &mu;&iota;&alpha; &zeta;&omega;ή &kappa;&alpha;&tau;&alpha;&gamma;&rho;ά&phi;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&sigmaf; &tau;&omicron;&nu; &chi;&rho;ό&nu;&omicron; &kappa;&alpha;&iota; &tau;&omicron;&nu; &chi;ώ&rho;&omicron; &mu;&epsilon;&tau;&rho;ώ&nu;&tau;&alpha;&sigmaf; &epsilon;&pi;&iota;&mu;&epsilon;&lambda;ώ&sigmaf; &mu;&epsilon; &sigma;&tau;ό&chi;&omicron; &tau;&omicron; ά&pi;&epsilon;&iota;&rho;&omicron;. &Tau;&alpha; έ&rho;&gamma;&alpha; &sigma;&epsilon; &chi;&alpha;&rho;&tau;ί &mu;&epsilon; &tau;ί&tau;&lambda;&omicron; <em>Cartes de Voyage</em> &epsilon;ί&nu;&alpha;&iota; &tau;&epsilon;&kappa;&mu;ή&rho;&iota;&alpha; &tau;&eta;&sigmaf; &pi;&epsilon;&pi;&omicron;ί&theta;&eta;&sigma;ή&sigmaf; &tau;&omicron;&upsilon; &kappa;&alpha;&iota; &delta;&eta;&mu;&iota;&omicron;&upsilon;&rho;&gamma;ή&theta;&eta;&kappa;&alpha;&nu; &kappa;&alpha;&tau;' &alpha;&nu;ά&gamma;&kappa;&eta; &epsilon;&kappa;&tau;ό&sigmaf; &tau;&omicron;&upsilon; &alpha;&tau;&epsilon;&lambda;&iota;έ &tau;&omicron;&upsilon;.</p> <p style="text-align: justify;">&Eta; &psi;&upsilon;&chi;&alpha;&nu;&alpha;&gamma;&kappa;&alpha;&sigma;&tau;&iota;&kappa;ή &epsilon;&pi;&alpha;&nu;ά&lambda;&eta;&psi;&eta; &kappa;&alpha;&iota; &eta; &alpha;&sigma;&upsilon;&nu;&epsilon;ί&delta;&eta;&tau;&eta; &mu;&omicron;&upsilon;&nu;&tau;&zeta;&omicron;ύ&rho;&alpha; &mu;&pi;&omicron;&rho;&omicron;ύ&nu; &nu;&alpha; &alpha;&pi;&omicron;&kappa;&alpha;&lambda;ύ&psi;&omicron;&upsilon;&nu; &omicron;&pi;&tau;&iota;&kappa;ά &pi;&epsilon;&delta;ί&alpha; &xi;&epsilon;&chi;&omega;&rho;&iota;&sigma;&tau;ή&sigmaf; &delta;ύ&nu;&alpha;&mu;&eta;&sigmaf; &pi;&omicron;&upsilon; &delta;ί&nu;&omicron;&upsilon;&nu; &beta;ά&theta;&omicron;&sigmaf; &sigma;&tau;&omicron;&nu; &epsilon;&pi;ί&pi;&epsilon;&delta;&omicron; &kappa;&alpha;&mu;&beta;ά &mu;έ&sigma;&omega; &mu;&iota;&alpha;&sigmaf; &pi;&omicron;&iota;&kappa;&iota;&lambda;ί&alpha;&sigmaf; &pi;&rho;&omicron;&sigma;&omega;&pi;&iota;&kappa;ώ&nu; &kappa;&omega;&delta;ί&kappa;&omega;&nu; &kappa;&alpha;&iota; &rho;&upsilon;&theta;&mu;ώ&nu; &pi;&omicron;&upsilon; &theta;&epsilon;&mu;&epsilon;&lambda;&iota;ώ&nu;&omicron;&nu;&tau;&alpha;&iota; &epsilon;&pi;ά&nu;&omega; &sigma;&epsilon; &epsilon;&pi;&alpha;&nu;&alpha;&lambda;&alpha;&mu;&beta;&alpha;&nu;ό&mu;&epsilon;&nu;&alpha; &mu;&omicron;&tau;ί&beta;&alpha;. &Tau;&alpha; &zeta;&omega;&gamma;&rho;&alpha;&phi;&iota;&kappa;ά έ&rho;&gamma;&alpha; &mu;&epsilon; &tau;ί&tau;&lambda;&omicron; check &tau;&omicron;&upsilon; Harmony Korine &alpha;&pi;&omicron;&tau;&epsilon;&lambda;&omicron;ύ&nu; &pi;&alpha;&rho;&alpha;&iota;&sigma;&theta;&eta;&sigma;&iota;&alpha;&kappa;έ&sigmaf;, &pi;&alpha;&nu;&omicron;&rho;&alpha;&mu;&iota;&kappa;έ&sigmaf; &tau;&omicron;&pi;&omicron;&gamma;&rho;&alpha;&phi;ί&epsilon;&sigmaf; &alpha;&pi;ό &alpha;&sigma;ύ&mu;&mu;&epsilon;&tau;&rho;&omicron; &kappa;&alpha;&rho;ό &pi;&alpha;&rho;&alpha;&delta;&omicron;&mu;έ&nu;&epsilon;&sigmaf; &sigma;&epsilon; έ&nu;&alpha;&nu; &epsilon;&pi;&iota;&theta;&epsilon;&tau;&iota;&kappa;ό &kappa;&upsilon;&mu;&alpha;&tau;&iota;&sigma;&mu;ό. H &sigma;&epsilon;&iota;&rho;ά &mu;&epsilon; &tau;ί&tau;&lambda;&omicron; Aggregates &tau;&omicron;&upsilon; John Houck &epsilon;&pi;&alpha;&nu;&epsilon;&xi;&epsilon;&tau;ά&zeta;&epsilon;&iota; &tau;&omicron; pixel &mu;έ&sigma;&omega; &alpha;&nu;&alpha;&delta;&rho;&omicron;&mu;ώ&nu; &omega;&sigmaf; &mu;&iota;&alpha; &sigma;&epsilon;&iota;&rho;ά &pi;&iota;&theta;&alpha;&nu;ώ&nu; &sigma;&upsilon;&nu;&delta;&upsilon;&alpha;&sigma;&mu;ώ&nu; &upsilon;&pi;&omicron;&lambda;&omicron;&gamma;&iota;&sigma;&mu;έ&nu;&omega;&nu; &sigma;&epsilon; &epsilon;&xi;&alpha;&nu;&tau;&lambda;&eta;&tau;&iota;&kappa;ό &mu;ά&kappa;&rho;&omicron;&sigmaf;.&nbsp;&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">&Sigma;&upsilon;&mu;&mu;&epsilon;&tau;έ&chi;&omicron;&nu;&tau;&epsilon;&sigmaf; &kappa;&alpha;&lambda;&lambda;&iota;&tau;έ&chi;&nu;&epsilon;&sigmaf;&mdash;&Gamma;&epsilon;&nu;&epsilon;ύ&eta;</span><br /> WILLIAM ANASTASI, MARCEL DUCHAMP, URS FISCHER, JOHN HOUCK, Y.Z. KAMI, HARMONY KORINE, JOEL MORRISON, PAUL NOBLE, NANCY RUBINS, RICHARD WRIGHT</p> <p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">&Sigma;&upsilon;&mu;&mu;&epsilon;&tau;έ&chi;&omicron;&nu;&tau;&epsilon;&sigmaf; &kappa;&alpha;&lambda;&lambda;&iota;&tau;έ&chi;&nu;&epsilon;&sigmaf;&ndash;&Alpha;&theta;ή&nu;&alpha;</span><br /> WILLIAM ANASTASI, URS FISCHER, JOHN HOUCK, BRUCE NAUMAN, ROMAN OPALKA, RICHARD PHILLIPS, NANCY RUBINS, DESPINA STOKOU, PIOTR UKLAŃSKI, RACHEL WHITEREAD, RICHARD WRIGHT</p> Thu, 27 Nov 2014 17:54:40 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Niina Suominen - Forum Box - Space for Art - November 28th - December 21st <p style="text-align: justify;">Niina Suominen pohtii teoksissaan niit&auml; ristiriitaisia tunteita, joita lahjaksi saadut, mutta t&auml;ysin tarpeettomat tai jopa ep&auml;miellytt&auml;v&auml;t esineet her&auml;tt&auml;v&auml;t. Esineill&auml; ei ole saajalleen mik&auml;&auml;nlaista k&auml;ytt&ouml;- tai esteettist&auml; arvoa, mutta niist&auml; luopuminen on vaikeaa, koska ne on antanut rakas ja t&auml;rke&auml; ihminen. Teoksessa seurataan n&auml;iden esineiden hidasta tuhoutumista.</p> Thu, 27 Nov 2014 17:49:01 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Marja Helander - Forum Box - Space for Art - November 28th - December 21st <p style="text-align: justify;"><em>SILENCE -</em> <em>Jaskes eatnamat</em></p> <p style="text-align: justify;">Tunturista j&auml;tekasaksi, se on sit&auml; nykyaikaa!</p> <p style="text-align: justify;"><br />Olen kuvannut kaivoksia, tehtaita, patoja. Aika ankeaa siis. P&auml;&auml;asiassa olen liikkunut Kuolassa ja Pohjoiskalotilla, alkujaan saamelaisten alueella. Olen halunnut n&auml;ytt&auml;&auml;, mink&auml;laisia j&auml;lki&auml; raskas teollisuus j&auml;tt&auml;&auml; maastoon, ja ehk&auml; my&ouml;s sieluun. Esimerkiksi alkuper&auml;inen Kiirunavaara on tuhottu kaivoksen tiet&auml;. Ehk&auml; siell&auml; viel&auml; jonkun muinaisen saamelaisen haamu haikailee menneit&auml; poromaitaan kaivosk&auml;yt&auml;viss&auml;?</p> <p style="text-align: justify;"><br />Mist&auml; n&auml;m&auml; rumuuden alttarit kertovat? Hyvinvoinnista, kolonialismista, elintasosta, saastumisesta. Yhten&auml; erottamattomana, vaikeasti hahmotettavana kokonaisuutena. En voi saarnata, koska en itsek&auml;&auml;n pysty el&auml;m&auml;&auml;n ilman n&auml;it&auml; jokap&auml;iv&auml;isi&auml; teollisia tuotteita. Pystyn vain toteamaan, miss&auml; nyt menn&auml;&auml;n.</p> <p style="text-align: justify;"><br />Olen l&auml;hestynyt aihetta romanttisen maisemamaalauksen perinteen kautta. Kauneus vet&auml;&auml; puoleensa, pakottaa katsomaan, vaikka aihe olisi rujompikin.</p> <p style="text-align: justify;"><br />N&auml;yttelyss&auml; on esill&auml; valokuvien lis&auml;ksi my&ouml;s videoinstallaatioita. Niiss&auml; n&auml;kyy kukkia, tupruttavia tehtaita ja muutama ihminenkin.</p> <p style="text-align: justify;"><br />Videoteos Trambo sai innoituksensa trampoliinista, maat ja mannut vallanneesta py&ouml;re&auml;st&auml; rinkulasta. Halusin vied&auml; trampoliinin pois tutusta arkip&auml;iv&auml;isest&auml; ymp&auml;rist&ouml;st&auml;&auml;n ja yhdist&auml;&auml; sen mielikuvaan tuntureilla loputtomiin vaeltavasta ihmisest&auml;. Raahaamme raskaita taakkoja avaran taivaan alla, ilman sen suurempaa merkityst&auml;. V&auml;lill&auml; toki hieman pompitaankin.</p> <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;">&Auml;&auml;nimaisema: Tapani Rinne</p> <p style="text-align: justify;">Kiitos: Taiteen edist&auml;miskeskus, Bildmuseet ja Fagerhult</p> Thu, 27 Nov 2014 17:47:40 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Alicia García Núñez, Ana Pastor, Elena Sevilla, Joaquín Artime, María Moldes, Pau Figueres, Clara Sánchez Sala, Sara Caballero, Senna Theuwissen - espacio trapézio - November 15th - December 14th <div class="attribute-long"> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">La exposici&oacute;n <strong>Residencias A Quemarropa 2014</strong> es el resultado de la iniciativa que el <strong>Colectivo Cristal</strong>, formado por Miriam Mart&iacute;nez Guirao, Ar&aacute;ntzazu Ros, Sa&uacute;l Sell&eacute;s y Juan Fuster, puso en marcha el pasado mes de julio a ra&iacute;z de las carencias percibidas al respecto por el colectivo en el entramado cultural de la ciudad de Alicante.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Interesados principalmente en la creaci&oacute;n contempor&aacute;nea, el colectivo intent&oacute; generar una herramienta que hiciera fluir la informaci&oacute;n entre diferentes generaciones de artistas y profesionales del arte, construyendo una plataforma que ayudara a construir v&iacute;nculos tanto dentro de la ciudad como en el exterior.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;"><strong>A quemarropa</strong> como residencia, fue pensada en calidad de <em>workshop</em> para que los 10 artistas seleccionados gestionaran la difusi&oacute;n y proyecci&oacute;n de su obra durante un periodo de 3 semanas (7 al 25 de julio). En el transcurso de la residencia los participantes disfrutaron de un programa de visitas de agentes y profesionales del sector art&iacute;stico como cr&iacute;ticos, comisarios, galeristas y otros artistas, en un espacio c&eacute;ntrico de la ciudad, la galer&iacute;a Parking Gallery, que constituy&oacute; la base de operaciones de la residencia. A su vez se generaron actividades en otros espacios de la ciudad de Alicante como The October Press, el Freaks Art Bar, el Fab Lab Alicante, el Maca Museo de Arte Contempor&aacute;neo de la ciudad de Alicante o la cooperativa Mistos.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">En la residencia participaron como profesionales las galer&iacute;as Espai Tactel (Valencia), Galer&iacute;a T20 (Murcia), los cr&iacute;ticos y comisarios Javier Duero y Jos&eacute; Luis P&eacute;rez Pont, y los artistas Aurelio Ayela, Marlon De Azambuja, Eduardo balanza, Javi Moreno, Pablo Bellot, Olga Diego, Luisa Pastor, Elio Rodr&iacute;guez, Susana Guerrero.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Los residentes seleccionados en la primera convocatoria de la residencia dan forma a la muestra. <strong>Alicia Garc&iacute;a N&uacute;&ntilde;ez</strong>, &iacute;ntimamente relacionada con la palabra, su investigaci&oacute;n comienza en lo textual, pero incluye cualquier pieza gr&aacute;fica resultante de su trabajo. <strong>Ana Pastor</strong>, trabaja alrededor de la dualidad identidad/muerte, el ser y el no-ser, trabaja con el cuerpo/carne, el dolor, la superaci&oacute;n del trauma por la muerte, y lo plasma a trav&eacute;s de su propio fluido vital, la sangre. <strong>Elena Sevilla</strong>, rescata de la memoria sucesos que no se sabe si existieron realmente o se han inventado por extra&ntilde;os, dolorosos e impactantes. Las im&aacute;genes superpuestas de <strong>F&eacute;lix Gilabert Chiquillo </strong>narran los cambios convulsos y emociones que se generan en la adolescencia y acaban construyendo y asentando nuestra personalidad. Las letan&iacute;as de <strong>Joaqu&iacute;n Artime </strong>nacen de la conjunci&oacute;n del lenguaje como barrera social, cultural y f&iacute;sica en la interrelaci&oacute;n de las personas. <strong>Mar&iacute;a Moldes </strong>utiliza el m&oacute;vil como herramienta de trabajo en la calle para investigar las identidades que nos rodean por medio del retrato. <strong>Pau Figueres </strong>y <strong>Clara S&aacute;nchez Sala </strong>muestran un trabajo conjunto que surgi&oacute; en la residencia, donde unen la inquietud por el entorno, reflexionando acerca de &eacute;ste y la manera de construir y habitar la existencia. <strong>Sara Caballero </strong>expone el conflicto existente entre los grupos &eacute;tnicos que viven en la cuenca del r&iacute;o Xingu, Amazonas. <strong>Senna Theuwissen </strong>describe su ir y venir en constantes mudanzas a lo largo de su trayectoria vital.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_1" name="eztoc5288_0_0_0_1"></a> <h5 style="text-align: justify;">Joaqu&iacute;n Artime</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Su trabajo parte de una obsesi&oacute;n autobiogr&aacute;fica por registrar todo aquello que le circunda o preocupa. Esto se plasma en instalaciones que tienen en com&uacute;n el despliegue archiv&iacute;stico de elementos de peque&ntilde;o formato construidos con diversos materiales. En ellas presenta un especial inter&eacute;s por el residuo como elemento revelador de lo acaecido.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">En cada ocasi&oacute;n busca un lenguaje y t&eacute;cnica que se adec&uacute;en al objeto de su estudio, estrechamente relacionado con un cuerpo herido/hiriente (el suyo), la memoria y la construcci&oacute;n ling&uuml;&iacute;stica de la misma.&nbsp; El an&aacute;lisis de su cuerpo ha supuesto su accionamiento a trav&eacute;s de la performance, la cual enfoca como un acto simb&oacute;lico que materializa la incertidumbre interna que le azota. Su grabaci&oacute;n en v&iacute;deo constituye el origen de la gran mayor&iacute;a de sus piezas, en las cuales la pintura, el dibujo, la fotograf&iacute;a, el apunte y la escritura tambi&eacute;n son habituales.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">En el &uacute;ltimo a&ntilde;o se ha centrado especialmente en la palabra como signo que ha perdido su capacidad para comunicar u ofrecer di&aacute;logo.&nbsp; Al no disponer de una fusi&oacute;n de horizontes, la comunicaci&oacute;n se presenta como una meta inalcanzable, siendo de este modo imposible construir un discurso, ya sea hablado o escrito. Y es en este contexto donde el cuerpo se presenta&nbsp; como ejecutor, portador y destructor de la palabra.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_2" name="eztoc5288_0_0_0_2"></a> <h5 style="text-align: justify;">Sara Caballero</h5> <p style="text-align: justify;"><em>"Que cada cual siga enteramente, siempre y en cualquier parte, el impulso de su naturaleza, ya sea &eacute;sta limitada o genial. S&oacute;lo entonces el hombre sabr&aacute; lo que es vivir, en lugar de despreciar la vida sin haberla vivido jam&aacute;s."</em></p> <p style="text-align: justify;">Alexandra David-N&eacute;el</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Tras unos a&ntilde;os de b&uacute;squeda personal, Sara Caballero lleg&oacute; a la conclusi&oacute;n de que, como ser humano y para ser coherente consigo misma, deb&iacute;a &nbsp;promover a trav&eacute;s de su labor la preservaci&oacute;n y respeto de la multiculturalidad, la cual considera en desuso y que es algo fundamental si se quiere llegar a una total comprensi&oacute;n de nuestros comportamientos como individuos. De ah&iacute; que su trabajo pese a estar basado en la producci&oacute;n art&iacute;stica, ya que encuentra en la percepci&oacute;n creativa la herramienta id&oacute;nea para hablar desde lo m&aacute;s visceral, desde esa cordura que le hace expresar este malestar personal de la manera m&aacute;s honesta; a la vez se sostenga y se enriquezca de otras ramas tales como la antropolog&iacute;a, sociolog&iacute;a, historia o periodismo.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_3" name="eztoc5288_0_0_0_3"></a> <h5 style="text-align: justify;">Pau Figueres y Clara S&aacute;nchez Sala</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;"><strong>Pau Figueres</strong> inicia una pr&aacute;ctica art&iacute;stica e investigadora planteando diversas cuestiones, dudas o incertidumbres sobre todo lo que se nos impone como modelo. Mostrando inter&eacute;s en plantear diversas reflexiones que inciten al espectador a desarrollar una visi&oacute;n cr&iacute;tica en contra de lo ya establecido e impuesto, vali&eacute;ndose para ello de la iron&iacute;a, el sarcasmo, la incoherencia reconocida, los sentimientos encontrados etc.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;"><strong>Clara S&aacute;nchez</strong> concentra toda la fuerza de su esp&iacute;ritu en la visi&oacute;n intuitiva, absorbi&eacute;ndose enteramente en ella, y llena su conciencia con la tranquila contemplaci&oacute;n de los objetos naturales, como un paisaje, un &aacute;rbol, una roca, un edificio, o cualquier otro, perdi&eacute;ndose en estos elementos, es decir, olvid&aacute;ndose de si misma como individuo y convirti&eacute;ndose en puro sujeto, en claro espejo del objeto.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">A ambos artistas les une la inquietud por el entorno, interpretando y analizando la realidad que se muestra ante ellos, planteando diversas preguntas que incitan al espectador a entablar un dialogo con la obra, reflexionando acerca de este mundo y nuestra manera de construir y habitar la existencia.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_4" name="eztoc5288_0_0_0_4"></a> <h5 class=" text-justify" style="text-align: justify;">Alicia Garc&iacute;a N&uacute;&ntilde;ez</h5> <p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;No echo de menos nada excepto el futuro".</em></p> <p style="text-align: justify;">Francisco Sarabia (gestor cultural, columnista: @diariodeunocioso)</p> <p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;It would take more than a lightning-stroke </em></p> <p style="text-align: justify;"><em>To create such a ruin".</em></p> <p style="text-align: justify;"><em>The Colossus</em>, Sylvia Plath</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Artista visual y poetisa, re-estalece conexiones con palabras que devienen en un sistema visual de adici&oacute;n de componentes. Realiza combinaciones a partir de elementos cotidianos, en clave autobiogr&aacute;fica. El juego, la interacci&oacute;n -conseguir que se produzca-, la instantaneidad, la poes&iacute;a en clave de cifrado autorreferente que contiene algo de manipulaci&oacute;n impl&iacute;cita: la literatura es una re-creaci&oacute;n, el lenguaje es la excusa. La comunicaci&oacute;n es siempre el objetivo, si no se decodifica no existe. La parte que le interesa de la investigaci&oacute;n es el mismo proceso, el resultado es s&oacute;lo una consecuencia de &eacute;ste, una m&aacute;s. Establece un sistema de series que tienen un com&uacute;n denominador: original y copia. Cu&aacute;l es cu&aacute;l ya es otra cuesti&oacute;n.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_5" name="eztoc5288_0_0_0_5"></a> <h5 style="text-align: justify;">F&eacute;lix Gilabert Chiquillo</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Conseguir llegar al espectador con su particular visi&oacute;n del mundo es la misi&oacute;n que acaece al arte, esto significa que la creaci&oacute;n no es m&aacute;s que la fusi&oacute;n o la destrucci&oacute;n de aquello que consideramos importante.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">La visi&oacute;n de F&eacute;lix Gilabert Chiquillo se encontraba nublada por el gran valor y satisfacci&oacute;n que otorgaba a las cosas que le rodeaban, los informativos y la publicidad le deprim&iacute;an, con lo que consum&iacute;a art&iacute;culos para sentirse mejor, encerrado en un bucle que estall&oacute; al finalizar sus estudios.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Ahora sabe qu&eacute; es importante para &eacute;l y su obra trata de plasmar el muy bien programado sistema capitalista y la obsolescencia programada. Se expresa a trav&eacute;s de los collages que crea tras las capturas de pantalla de las fuentes de informaci&oacute;n que Internet le proporciona.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_6" name="eztoc5288_0_0_0_6"></a> <h5 style="text-align: justify;">Mar&iacute;a Moldes</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">A Mar&iacute;a Moldes le interesa experimentar con la fotograf&iacute;a, no le preocupa el con qu&eacute; se hace, sino el qu&eacute; resultado consigue. Est&aacute; abierta a hacer fotograf&iacute;a con cualquier artilugio que caiga en sus manos.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Este &uacute;ltimo a&ntilde;o se ha adentrado en la fotograf&iacute;a m&oacute;vil, intentando sacarle el mayor partido a la proximidad y discreci&oacute;n que le permite, invadiendo muchas veces el espacio vital del sujeto a fotografiar, para conseguir m&aacute;s expresividad en sus capturas.</p> <p style="text-align: justify;">La artista persigue reflejar el lado m&aacute;s <em>kitsch</em>, junto al envejecimiento de la sociedad espa&ntilde;ola, siempre desde un punto de vista surreal e ir&oacute;nico.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_7" name="eztoc5288_0_0_0_7"></a> <h5 style="text-align: justify;">Ana Pastor</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">El enfrentamiento a tres importantes p&eacute;rdidas personales ha marcado la obra de esta artista, que b&aacute;sicamente gira alrededor de la dualidad identidad/muerte, el ser y el no-ser.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Trabaja con el cuerpo/carne, el dolor, la superaci&oacute;n del trauma por la muerte del otro y por la inevitabilidad de la propia en su asocio al enfrentamiento f&iacute;sico y emocional. Esto, vinculado a lo autorreferencial, son elementos y conceptos fundamentales en el desarrollo de sus propuestas formales. En sus &uacute;ltimos trabajos establece relaciones conceptuales entre sangre e identidad apelando a su dimensi&oacute;n psicol&oacute;gica y simb&oacute;lica. Al trabajar con su propio fluido vital interviene al mismo tiempo como agente y material de su obra, que resulta en un &ldquo;vanitas&rdquo; o &ldquo;memento mori&rdquo; revisado y actualizado.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">En cuanto a su aspecto formal, suele presentar las piezas de una manera as&eacute;ptica, limpia, con una est&eacute;tica casi decorativa, propiciando un acercamiento amable del espectador. La sangre no mancha, no abruma, aparece casi siempre liofilizada. As&iacute; es como ocurre en nuestra sociedad, donde hemos perdido la capacidad de mirar a la muerte -y por lo tanto a nuestra propia naturaleza- cara a cara.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_8" name="eztoc5288_0_0_0_8"></a> <h5 style="text-align: justify;">Elena Sevilla</h5> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">La artista invoca a la felicidad con los dibujos; en otro tiempo imaginaba aparatos, artilugios, herramientas y soportes que le permitieran regresar a lugares donde, o siempre quiso ir o nunca abandonar.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">Se sirve de los recuerdos para generar elementos que le hagan feliz. <em>Purgativo</em> era curativo, ahora Elena Sevilla genera mapas conceptuales que le digan d&oacute;nde est&aacute;: Rescata de su memoria momentos que quedaron como fotograf&iacute;as en su mente. Sucesos que ya no sabes si existieron realmente o los has inventado por extra&ntilde;os, dolorosos o impactantes. Un <em>purgativo</em> es aquello que te permite limpiar o purificar algo, eliminar lo que se considera malo o perjudicial. Una manera de eliminar aquello que duele por dentro, una forma de gritar y golpear, un vomitorio en el que desechar lo que sobra y a la larga se enquista. Ahora est&aacute; depurando recuerdos de un pasado que la mayor&iacute;a de las veces no ha contado, sus manos son el psic&oacute;logo que necesita y el soporte, el div&aacute;n desde el que cuenta sus pesares. Utilizando distinta materia, desde acr&iacute;licos a ceras o rotuladores y sobre cartones maderas y papeles, va contando escenas de otra &eacute;poca que al final no est&aacute;n muy alejadas de los fantasmas y las an&eacute;cdotas del resto de los mortales.</p> <a id="eztoc5288_0_0_0_9" name="eztoc5288_0_0_0_9"></a> <h5 style="text-align: justify;">Senna Theuwissen<em>&nbsp;</em></h5> <p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;Trabajo con lo que conozco. (&hellip;) Comienzo conmigo misma y termino con el universo&rdquo;.</em></p> <p style="text-align: justify;">Tracey Emin</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">La biograf&iacute;a, por definici&oacute;n, es la historia de la vida de una persona o la narraci&oacute;n escrita de ella, aunque la intenci&oacute;n de Senna Theuwissen es hacer una narraci&oacute;n pl&aacute;stica. Le interesan los momentos del pasado de la persona elegida, cuya identidad desarrolla a trav&eacute;s de los rasgos propios del ser humano dando a entender que una persona tiende a ser ella misma y distinta a los dem&aacute;s. Pero tambi&eacute;n contraponiendo que el hecho de que ser alguien supone una fusi&oacute;n con la colectividad.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;"><em>&ldquo;(...) tales mutaciones de la subjetividad no funcionan s&oacute;lo en el registro de las ideolog&iacute;as, sino en el propio coraz&oacute;n de los individuos, en su manera de percibir el mundo, de articularse con el tejido urbano (...) es la subjetividad individual la que resulta de un entrecruzamiento de determinaciones colectivas de varias especies.&rdquo;</em></p> <p style="text-align: justify;">Felix Guattari (2006). <em>Micropol&iacute;tica, Cartograf&iacute;as del deseo</em>.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">La reconstrucci&oacute;n es importante porque es donde se desarrolla la uni&oacute;n de las ideas para poder evocar recuerdos, para poder completar el conocimiento de un hecho.</p> <p class=" text-justify" style="text-align: justify;">El recuerdo y la memoria son conceptos esenciales dentro del trabajo de esta artista. Tratan la exposici&oacute;n de hechos, datos o motivos referentes a un determinado asunto.</p> <p style="text-align: justify;"><em>&ldquo;Todo est&aacute; iluminado por la luz del pasado. Siempre est&aacute; a nuestro lado, dentro, mirando hacia fuera.&rdquo;</em></p> <p style="text-align: justify;">Liev Schreiber (2005). <em>Todo est&aacute; iluminado</em></p> <a id="eztoc5288_0_0_0_9_0_1" name="eztoc5288_0_0_0_9_0_1"></a> <h6 style="text-align: justify;"><strong>Inauguraci&oacute;n</strong></h6> <a id="eztoc5288_0_0_0_9_0_2" name="eztoc5288_0_0_0_9_0_2"></a> <h6 style="text-align: justify;">S&aacute;bado, 15 noviembre - 13 h</h6> <a id="eztoc5288_0_0_0_9_0_3" name="eztoc5288_0_0_0_9_0_3"></a> <h6 class=" text-justify" style="text-align: justify;">La exposici&oacute;n se inaugura con la visita guiada de &ldquo;<em>El pelot&oacute;n de ejecuci&oacute;n&rdquo;</em> , una puesta en com&uacute;n de los artistas participantes de la primera convocatoria de la residencia.</h6> <p style="text-align: justify;"><a href="http://residenciasaquemarropa.wordpress.com" target="_blank"><strong>residenciasaquemarropa.wordpress.com</strong></a></p> <div> <div class="content-view-embed"> <div class="class-image"> <div class="attribute-image" style="text-align: justify;"><img style="border: 0px solid;" title="cristal" src="http://espaciotrapezio.org/var/ezwebin_site/storage/images/media/images/cristal2/5298-1-esl-ES/cristal_medium.jpg" alt="cristal" width="200" height="98" /></div> </div> </div> </div> </div> Thu, 27 Nov 2014 17:39:38 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Michael Iauch - Elizabeth Leach Gallery - January 8th, 2015 - January 31st, 2015 <p style="text-align: justify;"><strong>Michael Iauch</strong> is a performance artist living in Queens, NY. His projects use public intervention, documentary, and storytelling to weave diaristic narratives into the ageing tropes of Americana such as the road, the cowboy, and the spiritual return to nature. Michael was the recipient of a 2013 Franklin Furnace Fund grant for his performance Cover Songs in which he hitchhiked across America using lyrics from rock n&rsquo; roll songs drawn onto blankets as signs to catch rides with.&nbsp; He received an MFA from the University of North Carolina- Chapel Hill (2013) and has presented his work at High Desert Test Sites (Joshua Tree), ABC No Rio (New York), and FalseFront (Portland).</p> Thu, 27 Nov 2014 17:33:35 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list Jennifer Sullivan - Elizabeth Leach Gallery - December 4th - January 3rd, 2015 <p style="text-align: justify;"><strong>Jennifer Sullivan</strong>&rsquo;s video, <em>Like A Virgin (In the Style of Nabokov)</em> adopts a karaoke format, projecting the lyrics to Madonna&rsquo;s 1984 hit song over film shot and directed by the artist. In pairing this iconic pop song with scenes depicting mundane urban scenery, a loosely choreographed dance routine and a woman reading Nabokov&rsquo;s Lolita. Sullivan utilizes an unsettling but humorous narrative to question the hyper-sexualization of young women in both high and pop culture.</p> <p style="text-align: justify;">Jennifer Sullivan is a New York based interdisciplinary artist who describes her artistic process as &ldquo;cathartic and improvisational karaoke.&rdquo; Recent exhibitions include 247365 (Brooklyn, NY), Greene Exhibitions (Los Angeles, CA), CKTV at the 9th Shanghai Bienniale (Shanghai, China), Vox Populi (Philadelphia, PA), 1708 Gallery (Richmond, VA) and Arthouse (Austin, TX).</p> Thu, 27 Nov 2014 17:32:49 +0000 http://www.artslant.com/ew/Events/list http://www.artslant.com/ew/Events/list